Rui Borges e Pote projetam duelo "quase perfeito" na Liga dos Campeões

  1. Rui Borges e Pote abordaram jogo do Bodo/Glimt.
  2. Pedro Gonçalves e Maxi Araújo regressam.
  3. Rui Borges tem contrato até 2027.
  4. Pote focado em reverter situação.

O treinador Rui Borges e o jogador Pote abordaram, em conferência de imprensa realizada no Estádio de Alvalade, em Lisboa, a segunda mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões diante do Bodo/Glimt, com o técnico a projetar um desafio de grande exigência.

“Infelizmente no último lance do treino de ontem teve uma entorse e está em avaliações para tentar perceber se poderá dar o contibuto à equipa”, revelou o treinador, que terá Pedro Gonçalves e Maxi Araújo de regresso ao lote de soluções, após cumprirem castigo na partida da Noruega. Ioannidis, Kochorashvili, Ricardo Mangas e Quenda continuam sem poder defrontar o Bodo/Glimt.

Sobre as críticas recebidas após o primeiro jogo na Noruega, Rui Borges foi perentório: “Foi uma opinião do selecionador. Cada um vê à sua maneira. Eu olho para o coletivo, não foram só os avançados que não tiveram a intensidade correta. Este grupo não se gere no individual, mas sim no coletivo. São muito amigos, respeitam-se muito. Quando ganham e perdem, é em conjunto. Temos de dar uma resposta coletiva. Amanhã será um jogo em que teremos de ser mais audazes, mais corajosos; isso vai-nos expor em certos momentos, mas o acreditar da equipa vai-nos ajudar. Em termos de físico e intensidade, o Bodo/Glimt é das melhores que vi como treinador.”

O técnico foi além na sua análise à equipa adversária: “Honestamente, acho que não vão mudar nada na segunda mão. Não fizeram grandes mudanças em todos os jogos. Não me surpreenderam, porque sabemos do que são capazes. Venceram equipas candidatas a vencer a competição. Mais surpreso fiquei eu, ou nós, de não termos sido capazes de dar resposta à equipa do Bodo/Glimt. É mais sentimento do que parte tática. Estava definida a tática. Tem muito a ver com a intensidade com que fazemos as tarefas. Vamos com meia parte de aviso e um bom aviso.”

Rui Borges não se esquivou a elogiar o adversário. “Eu acredito que têm mérito por estarem nos oitavos de final. Ganharam a grandes equipas, merecem esse respeito. São capazes de bater-se contra qualquer equipa. O futebol é cada vez mais exigente fisicamente. Eles têm acompanhado essa exigência. A esses níveis são das melhores equipas. Cada vez mais batem a parte técnica. Eles, por essa parte, têm sido capazes de ganhar. A capacidade física deles é anormal.”

Quanto ao seu futuro, Rui Borges reafirmou o seu compromisso com o clube de Alvalade: “Não vou falar disso… tenho contrato até 2027 e isso não é um assunto. Sei da confiança e da forma positiva que se vive aqui e na Academia. Estou feliz no Sporting e tudo o resto me passa ao lado. Estou focado em fazer algo extraordinário com estes jogadores que merecem muito.”

O treinador Rui Borges apontou hoje que o Sporting vive de crença e ambição para reverter os oitavos de final da Liga dos Campeões de futebol com o Bodo/Glimt, indo à procura de fazer um duelo “quase perfeito”.

Por sua vez, Pote também fez a antevisão à segunda mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões diante do Bodo/Glimt e abordou a questão da Seleção Nacional. “Espero sentir-me a 100 por cento. Vou tentar. Claramente que o mister já nos passou a análise do que não correu tão bem. Sabemos que a pressão e o momento de pressão não foram os melhores. Vamos tentar demonstrar que somos uma equipa diferente da primeira mão.”

Pote deixou claro que a equipa está focada em reverter a situação: “Sabemos que temos de entrar muito fortes. Pressionantes para tentar marcar o mais rapidamente possível. Fizeram um golo em contra-ataque. Sabemos que o n.º 10 [Hauge] é muito forte a conduzir o contra-ataque deles. Chegam com muitos à área. Vamos estar muito atentos e, se tiver de ser, vamos defender todos dentro da área. Sofrer um golo torna as coisas mais complicadas. Tentar passar energia positiva desde o primeiro minuto.”

Sobre a Seleção, o jogador leonino confidenciou: “Já estive lá, já não fui convocado... As decisões cabem ao treinador. Sei que o selecionador deve ter muitas dores de cabeça, o leque de opções é muito grande. Mas vou dar sempre o melhor de mim para estar tranquilo comigo mesmo.”

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