Joana Marchão e Beatriz Fonseca motivadas para o regresso da seleção e qualificação para o Mundial de 2027

  1. Joana Marchão regressa após lesão.
  2. Portugal defronta Finlândia em Vizela.
  3. Beatriz Fonseca destaca concentração da equipa.
  4. Qualificação para o Mundial 2027 é o objetivo.

Joana Marchão manifestou a sua alegria em regressar à seleção nacional após uma lesão, sublinhando o seu compromisso inabalável com a equipa. “Estou muito feliz por estar de volta depois da lesão que tive após o Euro e depois dessas emoções todas. Acho que o que posso trazer foi o que sempre trouxe à seleção, a minha entrega e paixão por este país e esta seleção”, afirmou a jogadora do Servette. Marchão recordou o histórico desfavorável de Portugal contra a Finlândia, adversária na próxima terça-feira em Vizela, e expressou o desejo de reverter essa tendência no primeiro jogo de qualificação para o Campeonato do Mundo. “Vai ser um jogo difícil. As pessoas que não se deixem enganar pelo que temos feito, porque a Finlândia é uma equipa fisicamente forte, e já jogámos várias vezes contra elas. Infelizmente, não temos um balanço positivo contra a Finlândia e o nosso objetivo é começar a virar um pouco essa balança, porque não basta dizer que somos melhores, temos de fazê-lo no campo”, enfatizou a jogadora.

A lateral-esquerda, com 57 internacionalizações, admitiu o entusiasmo por competir novamente perante o público português, esperando que o fator casa seja decisivo contra a Finlândia e, posteriormente, frente à Eslováquia. “O nosso objetivo agora são os seis pontos nesta jornada, claramente. Deixa-nos felizes voltar a competir oficialmente na nossa casa, perante todos os nossos adeptos, que sabemos que vão aderir a 100% e que vamos ter casa cheia”, projetou a experiente futebolista. Joana Marchão, que já participou em dois Europeus e um Mundial, frisou a presença assídua da seleção nas fases finais das grandes competições, definindo a qualificação para o Mundial de 2027 como um objetivo claro. “Este sempre foi o nosso sonho, estar a representar Portugal em fases finais, e temos estado lá assiduamente. Isso só acarreta mais responsabilidades e orgulho, só temos de continuar a mostrar que merecemos lá estar”, declarou.

Por sua vez, Beatriz Fonseca, jogadora do Sporting, destacou a concentração da equipa e o desafio tático que Finlândia e Eslováquia apresentarão. “A equipa está concentrada, estamos focadas. Sabemos que são duas equipas muito competitivas, têm um futebol variado e o facto de jogarmos em casa também é um ponto a mais para nós. Queremos casa cheia”, ambicionou. Fonseca, conhecida pela sua versatilidade, colocou-se à disposição da equipa técnica para o jogo contra a Finlândia e a Eslováquia. “Particularmente, gosto de adaptar-me às ideias do treinador, neste caso do professor [Francisco Neto]. Acho que sou uma jogadora bastante adaptável, porque dou o melhor de mim, tanto a nível defensivo como ofensivo”, explicou. A atacante de 27 anos, perto da sua décima internacionalização, refletiu sobre a sua evolução tática. “Estou a descobrir uma posição que ainda não conhecia tão bem e a poder desfrutar, tanto a nível defensivo como ofensivo. Se calhar, no defensivo, ainda não me conhecia tão bem, mas continuo com aquele 'bichinho' do [jogo] ofensivo e dá para desfrutar disso também”, partilhou. Beatriz Fonseca reiterou a sua dedicação. “Espero continuar. Tenho liberdade para ir para trás e para a frente, como costumo dizer, e gosto de ajudar, tanto defensivamente como ofensivamente, por isso, aqui não vai ser diferente. Quero dar o meu melhor e é para isso que estou a trabalhar”, assegurou a internacional portuguesa. Confiante no seu momento de forma, Beatriz Fonseca prometeu empenho. “O que posso dizer é que vou dar o melhor de mim, se estiver lá dentro. Não posso prometer, mas vou esforçar-me e trabalhar para isso”, concluiu.

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