Bruno "Sá" debate com sócios e critica incidentes entre claques

  1. Bruno “Sá” percorre o país em sessões
  2. Frederico Varandas recandidata-se a terceiro mandato
  3. Incidentes entre claques antes de Sporting-Benfica
  4. Sorreluz tem 21% das preferências dos sócios

Bruno Sorreluz, mais conhecido como Bruno “Sá”, candidato à presidência do Sporting, tem percorrido o país em sessões de esclarecimento com os sócios. Na sequência de um jantar e sessão na Figueira da Foz, o empresário de 45 anos expressou o seu coração cheio e a sua preocupação com o sentimento de esquecimento que os sócios revelaram. “Estou muito agradecido aos sportinguistas que aqui estiveram presentes para me ouvir e conhecer um pouco melhor o meu programa. Foi um excelente momento de reflexão e troca de ideias”, sublinhou Sorreluz. Todavia, o empresário admite que ficou também preocupado com o sentimento de esquecimento partilhado pelos sócios do núcleo local. “Infelizmente, não me surpreende”, reforçou.

Sá tem a concorrência de Frederico Varandas, que se recandidata a um terceiro mandato. O candidato da Lista A, que já revelou o seu programa idealizado para Alvalade, destacou a aceitação do seu projeto: “Recebi com agrado a aceitação ao meu programa, como solução para resolver os problemas enumerados. Vamos continuar a percorrer o país a ouvir os sportinguistas com este espírito de missão”, disse, tendo já em vista nova sessão, às 14h30 deste sábado, no Núcleo Sportinguista de Vila do Conde e Póvoa de Varzim.

Nas redes sociais, o candidato também abordou os incidentes recentes entre claques antes do Sporting-Benfica em futsal, defendendo um Sporting que prima pelo respeito. “Os incidentes de anteontem entre ultras antes do Sporting-Benfica, em futsal, são absolutamente inaceitáveis e exigem reflexão profunda de quem tutela a segurança no desporto em Portugal. O Sporting que eu defendo é um Sporting de sócios e para os sócios. Um clube que exige respeito e que não tolera que a sua casa seja palco de insegurança”, frisou. Sorreluz partilhou um estudo de opinião que lhe atribui 21% das preferências dos sócios, o que o deixa esperançoso: “São cada vez mais a acreditar que é possível continuar a ganhar, respeitando os sócios, sendo transparente nas decisões e valorizando o nosso ADN e as nossas modalidades”, frisou.