O golo de Bragança, que entrou em campo ao minuto 76 da partida com o Famalicão e marcou ao 82, talvez seja o exemplo máximo da ideia já apresentada, pois valeu a vitória. Na verdade, esta foi a sexta ocasião em que um futebolista que começou como suplente marcou.
Esta história começou a ser contada numa fase muito precoce da temporada, logo na jornada 3, diante do Nacional, quando um jogador que já nem sequer está em Alvalade, o dinamarquês Conrad Harder, marcou, mas numa altura em que o score já estava em 2-1 favorável aos verde e brancos.
Este recurso recorrente ao banco de suplentes faz parte da filosofia implementada por Rui Borges, que pretende sempre ter “a malta ligada”.