A crença popular de que o Sporting tem uma estrelinha
para marcar golos nos últimos minutos dos jogos tem sido um tema de discussão entre os adeptos e a imprensa. No entanto, a explicação para este fenómeno pode não residir em fatores astrológicos, mas sim na consistência ofensiva da equipa.
Rui Borges, ao ser questionado sobre a estrelinha
, desmistifica a ideia com uma resposta direta: “Estrelinha? Só se for o meu avô, graças a Deus. Somos a equipa com mais ataques e golos marcados, é natural que a qualquer momento façamos golo, seja no primeiro ou no último minuto”
. Esta declaração sugere que a capacidade do Sporting em marcar no final dos jogos é uma consequência natural do seu volume de jogo e da sua persistência ofensiva ao longo dos 90 minutos.
A verdade é que a predileção dos leões
por balançar as redes nos momentos finais já é um facto assinalado. Contudo, o que parece ser uma característica distintiva da equipa, que garante pontos cruciais e reviravoltas emocionantes, é antes um reflexo da sua intensidade e da sua procura incessante pela baliza adversária. Ser a equipa com mais ataques e golos marcados, como aponta Rui Borges, justifica a regularidade com que estes golos surgem, independentemente do tempo de jogo.