Proença assegura “próxima década” e destaca cultura vencedora

  1. Sétima final alcançada
  2. Venceu em 2018 e 2022.
  3. Final contra Espanha no sábado.
  4. FPF prepara medidas cautelares.

Na véspera da final do Campeonato da Europa de futsal, em Liubliana, Pedro Proença fez um balanço do último ano de mandato e projetou a ambição da Federação para a próxima década. O presidente da Federação Portuguesa de Futebol destacou o sucesso desportivo, o impacto na formação e as medidas institucionais em antecipação a riscos externos.

As declarações, proferidas em conferência de imprensa, reuniram várias frases centrais que resumem a visão estratégica da FPF: continuidade do rendimento, cultura vencedora, maturidade competitiva, e preparação organizacional. Todas as citações reproduzem, sem alteração, o que Pedro Proença disse.

Balanço do período

Pedro Proença iniciou a intervenção com uma avaliação global: “Este último ano foi excecional. Vamos fazer a sétima final e, com a regularidade com que isto acontece, não é só o presente que está assegurado, é a próxima década. Atrevo-me a dizer que não há mais nenhuma federação com esta capacidade de gerar tanto talento de forma continuada e que nos assegura o futuro. Teremos de criar condições para que o sucesso aconteça com regularidade e nunca esquecer o plano de desenvolvimento e formação do jovem jogador português”, disse Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol.

Com esta afirmação, Proença colocou o foco no longo prazo e na ideia de que o actual ciclo de resultados não é acidental, mas consequência de um modelo que tem de ser protegido e aprofundado.

Modelo de desenvolvimento

O presidente enfatizou a necessidade de políticas que sustentem a produção contínua de talento: a prioridade passa por consolidar planos de desenvolvimento e formação do jovem jogador português, explicou Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol.

Segundo Proença, assegurar recursos, estruturas e formação especializada é essencial para que o rendimento competitivo se mantenha e se transforme numa regra, não numa exceção.

Cultura de vitória

Sobre a mentalidade colectiva, Proença sublinhou que “A Cidade do Futebol tem sempre espaço para receber mais troféus. No entanto, muito mais do que eventualmente ganharmos, há uma nova cultura de vitória em Portugal. Isso acontece porque os próprios clubes a produzem. Hoje, em tudo o que entramos é para ganhar, não há dúvida. O ambiente é esse mesmo, mas com muita tranquilidade e sem arrogância, é o que costumo sempre pedir”, afirmou Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol.

A ideia transmitida foi a de que a vitória é agora um horizonte partilhado entre federação, clubes e associações, mas que deve conviver com humildade e gestão responsável do sucesso.

Estado de espírito da equipa

Quanto ao grupo de trabalho, o presidente realçou confiança e serenidade: “é muito positivo”, disse Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, descrevendo o ambiente entre jogadores e equipa técnica.

Proença acrescentou que a equipa técnica está “habituada a este tipo de stress competitivo”, uma referência à experiência da estrutura em decisões e torneios de elevado desgaste emocional e físico.

Impacto na formação e adesão

O responsável ligou explicitamente o sucesso da selecção ao crescimento do futebol base: “Em cada final que disputarmos, são mais meninos e meninas que se inscrevem e jogam futebol. Essa é a importância maior destes títulos, além do reconhecimento internacional do trabalho dos clubes, associações e federação, que hoje tem uma estrutura altamente profissional. Isto hoje é uma normalidade, já nos habituámos a estas presenças em finais, mas sempre com uma grande vontade de as ganhar. É isso que amanhã [sábado] acontecerá”, declarou Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol.

Para Proença, além dos troféus, o legado mais relevante é a inspiração que estas presenças em finais deixam nas camadas jovens e o reforço da profissionalização das estruturas nacionais.

Infraestruturas e reconhecimento

Ao falar das instalações e da identidade federativa, Proença sublinhou o papel da Cidade do Futebol como espaço simbólico e funcional: acolher troféus e projectos de desenvolvimento significa também consolidar a imagem e os meios da federação, explicou Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol.

O presidente considerou que o reconhecimento internacional dos clubes e das federações portuguesas evidencia a qualidade do trabalho interno e legitima o investimento contínuo em infraestruturas e formação.

Gestão de risco e contingência

Em termos institucionais, Proença abordou a preparação para contingências: “Temos uma comissão de emergência que está a acompanhar a toda a hora o que se vai passando em Portugal. Sabemos as previsões para o fim de semana e, até ao final do dia de hoje, tomaremos algumas medidas cautelares para que alguns jogos não se realizem, se houver necessidade”, afirmou Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol.

A declaração surge num contexto de intempéries e sublinha a postura de monitorização permanente da FPF e a disponibilidade para adaptar a actividade competitiva em função da segurança pública.

Perspetivas para o futuro

Na antevisão da final frente à Espanha, favorita histórica e recordista de títulos, Proença repetiu a mensagem central: que o objectivo é consolidar um sistema que garanta adesão e prática entre os jovens e assegure a “próxima década”, afirmou Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol.

O presidente concluiu com uma mensagem dupla de confiança desportiva e responsabilidade organizacional: a federação quer transformar a normalidade das finais em um fenómeno duradouro, sem perder a humildade nem a exigência competitiva.

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