Rui Borges enfrenta um momento desafiador à frente da equipa, reconhecendo a falta de eficácia na finalização como um dos principais problemas no recente empate contra o Gil Vicente. O treinador afirmou: ““Poderíamos ter feito o 2-0 e matado o jogo””
, referindo-se a oportunidades perdidas que poderiam ter garantido uma vitória. Este emparelhamento frustrou Borges, que disse: ““Deixámos o jogo 'partir-se' e o Gil Vicente aproveitou os contra-ataques, que era o que eles queriam””
.
A situação piorou com a expulsão de Gonçalo Inácio, que limitou as opções estratégicas da equipa durante a partida. Rui Borges destacou: ““Tentámos ajustar, mas nem tempo tivemos e sofremos o golo. Mesmo assim, mantivemos qualidade na posse de bola””
. Essa manutenção da posse, apesar das dificuldades, mostra a resiliência da equipa, mas é clara a frustração com os pontos perdidos.
Ausências e desvantagens
No que diz respeito ao plantel, a situação é alarmante. O treinador vive um déjà vu
da última temporada, com uma quantidade alarmante de jogadores indisponíveis. ““Se tivéssemos feito o 2-0, não estaríamos a falar disso. O Gil Vicente está a fazer um belíssimo campeonato e mereceu o empate””
, reconheceu Borges, referindo-se à pressão que as ausências exercem sobre a equipa.
Atualmente, o Sporting enfrenta a ausência de sete jogadores por lesão, três por castigo e ainda dois que estão a representar as selecções na CAN, somando um total de 12 ausências: ““Neste momento, Rui Borges não tem dez jogadores à disposição para o jogo desta terça-feira (Taça da Liga) e 11 para o próximo encontro da Liga””
.
Determinação em tempos difíceis
Apesar da adversidade, Rui Borges mantém um foco estratégico na disputa do título. ““Ainda falta muito campeonato. No ano passado, tivemos oito pontos de vantagem e perdemos. Agora, temos de trabalhar jogo a jogo””
, concluiu, mostrando que, mesmo em tempos difíceis, a determinação continua a ser uma prioridade para a equipa.