Empate entre Sporting e Gil Vicente gera reações contraditórias

  1. Rui Borges não usou ausências como desculpa
  2. César Peixoto elogiou exibição do Gil Vicente
  3. Empate mantém Sporting a sete pontos do Porto
  4. Peixoto satisfeito com a primeira metade da temporada

O empate entre o Sporting e o Gil Vicente gerou reações divergentes entre os treinadores das duas equipas. Rui Borges, treinador do Sporting, optou por não utilizar as ausências da sua equipa como desculpa para o resultado, salientando que “foi um jogo que podíamos ter feito o 2-0, não o fizemos e deixámos uma equipa que está a fazer um excelente campeonato acreditar até ao fim”. Borges acrescentou que “se tiver toda a gente tenho mais soluções, mas não adianta pensar em quem não está”. Essa resiliência é visível na sua equipa, mas a diferença em relação ao FC Porto, que poderia chegar a sete pontos, não é uma preocupação imediata para o treinador, que afirmou: “Falta muito campeonato e estamos focados no que podemos fazer.” Além disso, ele comentou sobre uma situação específica do jogo: “Não vi o lance do Inácio, tínhamos o ecrã, mas era pequeno.”

Por outro lado, César Peixoto, treinador do Gil Vicente, elogiou a exibição da sua equipa, afirmando que “as melhores oportunidades foram nossas”. Peixoto expressou orgulho na capacidade do seu time em reverter um momento difícil durante a partida: “Na altura em que estávamos melhores, o Sporting acabou por fazer o golo, mas reagimos com personalidade.” Ao avaliar a justiça do resultado, ele destacou as correções feitas no intervalo, que permitiram ao Gil Vicente tornar-se “mais agressivo” na segunda parte: “Pressionámos e chegámos ao empate. Poderíamos até ter feito o segundo golo.” Ao refletir sobre a primeira metade da temporada, Peixoto mostrou-se satisfeito, concluindo que “foi uma primeira metade quase irrepreensível” e que sente “muito orgulho no que estamos a fazer.”