Presidente do Rio Ave e a relação com Jorge Mendes: "Reanimámos essas parcerias"

  1. O Rio Ave reanimou suas parcerias com a Gestifute e Jorge Mendes.
  2. A relação com o empresário é importante para a chegada do novo acionista maioritário do clube, Evangelos Marinakis.
  3. O Rio Ave tem 20,5 milhões de euros para reforçar o plantel na próxima janela de transferências.
O Rio Ave passou por uma alteração no modelo de gestão, de SDUQ para SAD, e essa mudança trouxe a oportunidade de reanimar as relações com importantes parceiros do passado. Alexandrina Ribeiro destacou a importância dessas parcerias e a contribuição que elas tiveram no crescimento do clube. Em declarações à TSF, a presidente do Rio Ave afirmou: "Este contacto surgiu pelo reaproximar de parcerias do passado. Parcerias que, para mim, foram muito importantes e que, no passado, já nos fizeram crescer muito". Ribeiro enfatizou a satisfação em conseguir reanimar essas parcerias, principalmente com a Gestifute e Jorge Mendes. A relação com o empresário e agente de jogadores é fundamental para o futuro do clube, especialmente com vista à chegada do novo acionista maioritário do Rio Ave, Evangelos Marinakis, proprietário do Olympiakos e Nottingham Forest. A presidente do Rio Ave concluiu: "Ficaram, de alguma forma, suspensas num passado recente. Felizmente, conseguimos reanimar essas parcerias. Falo em concreto da Gestifute e de Jorge Mendes". Impedido de efetuar contratações nas últimas duas janelas de transferências, o Rio Ave tem agora a oportunidade de voltar ao mercado em janeiro. Com um montante significativo de 20,5 milhões de euros à espera de entrar nos cofres do clube, parte desse capital será utilizado para reforçar o plantel.

Cathro quer mais do Estoril do que "fogo-de-artifício"

  1. Não quero viver num mundo em que quando ganhamos um jogo contra o Rio Ave e chegámos aos 34 pontos, há fogo-de-artifício.
  2. Na próxima vez que houver fogo-de-artifício é porque estamos a procurar os passaportes para poder ir fazer eliminatórias [competições europeias].
  3. Não podemos viver num mundo em que possamos ir a um jogo mais tranquilos por causa disto ou aquilo, porque não queremos isso, queremos muito mais e é preciso que toda a gente dentro do clube entenda e vá connosco.