Rio Ave enfrenta problemas financeiros: jogadores e staff com salários em atraso

  1. O Rio Ave entrou em campo contra o Boavista com dois meses de salários em atraso.
  2. Jogadores, treinadores e staff da equipa de formação também enfrentaram atrasos nos seus salários.
  3. Apesar da situação financeira difícil, o Rio Ave conseguiu vencer o jogo contra o Boavista.
  4. Os jogadores garantiram que os funcionários do clube foram pagos, mesmo sem receberem os seus próprios salários.
Durante uma entrevista à TSF, Alexandrina Cruz, presidente do Rio Ave, revelou que a equipa entrou em campo contra o Boavista com dois meses de salários em atraso. A situação afetou não apenas os jogadores, mas também treinadores, médicos e todo o staff da equipa de formação. Apesar desta dificuldade, o Rio Ave conseguiu uma vitória importante contra o Boavista, após cinco derrotas consecutivas em várias competições. Alexandrina Cruz elogiou o compromisso e a compreensão dos jogadores que, mesmo sem receber os seus salários, garantiram que os funcionários do clube foram pagos. Ela afirmou: 'Falámos com os capitães numa fase inicial e depois com toda a estrutura do futebol. Numa conversa com os quatro capitães disse-lhes que não havia dinheiro para pagar a todos, apenas alguma margem para os vencimentos dos funcionários. Eles, de uma forma muito simples e aberta, disseram que são os funcionários que diariamente possibilitam as condições para continuarem a trabalhar, e como tal não faria sentido que ficassem sem receber'. Esta declaração destaca a união e a solidariedade dentro da equipa, mesmo em tempos difíceis. Apesar dos problemas financeiros, o Rio Ave conseguiu superar as adversidades e conquistar uma vitória importante. É um testemunho do profissionalismo e do espírito de equipa dos jogadores e do staff. Espera-se que o clube consiga resolver rapidamente os problemas financeiros para evitar que situações como esta afetem a estabilidade e o desempenho do Rio Ave no futuro.

Cathro quer mais do Estoril do que "fogo-de-artifício"

  1. Não quero viver num mundo em que quando ganhamos um jogo contra o Rio Ave e chegámos aos 34 pontos, há fogo-de-artifício.
  2. Na próxima vez que houver fogo-de-artifício é porque estamos a procurar os passaportes para poder ir fazer eliminatórias [competições europeias].
  3. Não podemos viver num mundo em que possamos ir a um jogo mais tranquilos por causa disto ou aquilo, porque não queremos isso, queremos muito mais e é preciso que toda a gente dentro do clube entenda e vá connosco.