Presidente do Rio Ave destaca a importância de Jorge Mendes na chegada do investidor grego

  1. Os sócios do Rio Ave aprovaram a criação de uma SAD e a venda ao investidor grego Evangelos Marinakis.
  2. A presidente do clube, Alexandrina Cruz, destacou a importância de Jorge Mendes na concretização deste acordo.
  3. O investimento de Marinakis e a influência de Mendes prometem impulsionar o clube e permitir o retorno ao mercado de transferências em janeiro.
Na noite de domingo, os sócios do Rio Ave aprovaram a criação de uma Sociedade Anónima Desportiva (SAD) e a venda da maioria da participação da nova entidade ao investidor grego Evangelos Marinakis, proprietário do Olympiacos (Grécia) e Nottingham Forest (Premier League). Em entrevista à TSF, Alexandrina Cruz revelou que a reaproximação de parcerias do passado, incluindo a colaboração com a Gestifute e Jorge Mendes, foi fundamental para concretizar esse acordo: "Este contacto surgiu pelo reaproximar de parcerias do passado. Parcerias que, para mim, foram muito importantes e que, no passado, já nos fizeram crescer muito. Ficaram de alguma forma suspensas num passado recente. Felizmente, conseguimos reanimar essas parcerias. Falo em concreto da Gestifute e de Jorge Mendes". Esta parceria promete impulsionar o Rio Ave e permitir que o clube volte ao mercado de transferências em janeiro, após duas janelas de transferências com restrições. Com um aporte financeiro de 20,5 milhões de euros, o clube terá recursos para reforçar o plantel e buscar novos jogadores. O investimento de Evangelos Marinakis e a influência de Jorge Mendes são sinais positivos para os adeptos do Rio Ave, que esperam ver o clube alcançar resultados ainda melhores no futuro.

Cathro quer mais do Estoril do que "fogo-de-artifício"

  1. Não quero viver num mundo em que quando ganhamos um jogo contra o Rio Ave e chegámos aos 34 pontos, há fogo-de-artifício.
  2. Na próxima vez que houver fogo-de-artifício é porque estamos a procurar os passaportes para poder ir fazer eliminatórias [competições europeias].
  3. Não podemos viver num mundo em que possamos ir a um jogo mais tranquilos por causa disto ou aquilo, porque não queremos isso, queremos muito mais e é preciso que toda a gente dentro do clube entenda e vá connosco.