Portimonense refuta acusações do Felgueiras sobre dívidas de jogador

  1. Portimonense nega comunicação formal sobre insolvência
  2. Dívida em disputa: 500 mil vs 90 mil euros
  3. Rodiney Sampaio denuncia tentativas de desestabilização
  4. Vendas de jogadores garantem saúde financeira

A SAD do Portimonense emitiu um comunicado veemente a refutar as acusações do Felgueiras, que alegadamente terá avançado com um pedido de insolvência devido a dívidas relacionadas com o jogador Tamble Monteiro. A direção algarvia expressa o seu desconhecimento oficial sobre o processo, uma vez que “não foi alvo de qualquer comunicação formal”.

A divergência central reside nos valores reclamados: o Felgueiras “entende que tem um crédito de cerca de 500 mil euros e a Portimonense SAD entende que o crédito rondará os 90 mil euros”. Esta disparidade é vista como uma tentativa de desestabilização por parte do Felgueiras, especialmente numa altura crucial para o Portimonense na luta pela permanência na Liga 2. Os algarvios assumem que o objetivo da Felgueiras SAD seria “i) encontrar uma solução de secretaria caso tivesse corrido pior ainda o jogo em casa da passada jornada; ii) desestabilizar a equipa da Portimonense SAD nas últimas jornadas; iii) procurar caminho alternativo de pressão para lograr uma intenção disparatada, como cobrar um valor sem qualquer nexo com a regra contida na cláusula mencionada”.

Rodiney Sampaio, presidente da SAD do Portimonense, reforçou as acusações de desestabilização, recordando um episódio ocorrido no último confronto entre as duas equipas: “No último jogo, o presidente do Felgueiras fez de tudo para nos intimidar, retirando-nos convites, que no início eram oito, passando para cinco, colocando os jogadores que não estavam na ficha de jogo e o nosso staff na bancada à chuva e não deixando fazer aquecimento nos corredores antes do jogo. Infelizmente aconteceu de tudo, nunca fomos tão mal tratados antes do apito final”. Sampaio abordou ainda a situação dos bans da FIFA, garantindo que “já temos acordos e vamos finalizar no final do mês. Já finalizámos a venda do Alemão [LASK Linz], do Ruan [Alanyaspor] e do Camilo Durán [Qarabag] nos percentuais, e com a venda do Tamble [Monteiro] estamos com saúde boa até ao final da época e para as obrigações. Os salários dos treinadores, jogadores e funcionários estão todos pagos e já foram entregues os comprovativos na Liga Portugal, para o controlo salarial”. O presidente assegurou também que “está tudo em condições para formarmos uma boa equipa, para lutar pelos objetivos” e que Theodoro Fonseca, o acionista principal, “nunca abandonou os seus projetos com o Portimonense”.

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