Nacional critica LPFP por condução de Assembleia Geral sobre direitos audiovisuais

  1. Nacional criticou condução de AG
  2. AG discutiu direitos audiovisuais da I e II Ligas
  3. Benfica votou contra, Nacional absteve-se
  4. 31 das 33 sociedades aprovaram modelo

O Nacional criticou a forma como a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) conduziu a Assembleia Geral (AG) de 17 de abril. A reunião tinha como único ponto a comercialização dos direitos audiovisuais da I e II Ligas e, segundo o clube insular, a Liga impediu uma discussão livre e construtiva. O Nacional esperava que a AG permitisse debater diferentes propostas ou alterações ao modelo apresentado pela LPFP, expressando “total repúdio” pela condução dos trabalhos.

O clube madeirense considera que a forma como se tentou proceder à marcação de uma AG Extraordinária e a subscrição dos clubes à mesma “impediu a discussão deste tema, de forma livre e construtiva, pelas sociedades desportivas”. O Nacional solicita à LPFP a marcação de uma AG Extraordinária, “sem a solicitação dos clubes para o efeito”, para permitir uma discussão aberta sobre o tema, dada a sua importância para o futuro do futebol português.

Na referida AG, o modelo de comercialização dos direitos audiovisuais foi aprovado por larga maioria, com 31 das 33 sociedades desportivas a mostrarem consenso. No entanto, o Benfica votou contra a proposta da LPFP, e o Nacional absteve-se. Os três “grandes” não tiveram a presença dos seus presidentes na reunião, realizada na Liga Portugal Arena, no Porto.

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