António Miguel Cardoso assume compromisso com o Vitória de Guimarães

  1. Empate em casa com o Arouca
  2. Quatro pontos após quatro jornadas
  3. António Miguel Cardoso promete sair
  4. União necessária entre sócios e equipa

Após o empate em casa frente ao Arouca, António Miguel Cardoso, presidente do Vitória de Guimarães, esteve na sala de imprensa para discutir o atual momento do clube. Cardoso começou por afirmar: “Vou trabalhar até final da época para ficarmos no quinto lugar, estou convencido que vamos conseguir. Se não o alcançarmos, eu saio, não estou agarrado, só quero respirar e quero que estes miúdos que hoje estão a chorar percebam que a cidade os apoia.”

A situação classificativa do Vitória está a gerar preocupações entre os adeptos, uma vez que a equipa soma apenas quatro pontos após quatro jornadas do campeonato. Apesar da pressão, Cardoso deu um voto de confiança ao técnico Luís Pinto, afirmando: “Queremos que os sócios estejam connosco, que nos deixem trabalhar e nos deixem respirar.”

Confiança no Projeto

O presidente manifestou a sua confiança na capacidade da equipa, reiterando que está comprometido com o projeto que visa desenvolver jovens talentos. “O projeto continua, temos uma equipa a trabalhar com bons processos em prol do Vitória, a fazer com que estes jovens possam aparecer. Temos a obrigação de apoiar estes jovens, de deixar respirar estes jovens que estão no balneário a chorar, esta equipa técnica e esta direção”, declarou António Miguel Cardoso.

Num tom mais determinante, António Miguel Cardoso não hesitou em dizer: “Se não ficar em quinto lugar saio.” Esta afirmação evidencia a pressão que ele sente para alcançar a classificação europeia. Este apelo à união dos associados é uma tentativa de galvanizar apoio em tempos difíceis.

Continuidade e Determinação

O técnico Luís Pinto, presente na mesma conferência, reforçou a ideia de continuidade, afirmando que é importante manter a fé no projeto. “É alguém que partilha muito do dia a dia, vê o que é feito, é o mentor do projeto e sabe as decisões que estão a ser tomadas no clube. O que temos de fazer é continuar muito crentes e fortes no nosso processo, na nossa forma de estar e de trabalhar, e passar aquilo que é estar no Vitória”.

Com estas declarações, o futuro do Vitória da Guimarães parece depender não apenas dos resultados em campo, mas também da capacidade de união dentro do clube e da confiança depositada na sua liderança. A promessa do presidente para deixar o cargo caso a equipa não atinja o quinto lugar revela uma situação de elevada tensão e expectativa entre adeptos e diretores.

Expectativas Futuras

A situação atual do clube é delicada, e as palavras de António Miguel Cardoso refletem a urgência em buscar resultados. A pressão crescente dos adeptos para ver melhorias na classificação poderá influenciar tanto a estratégia da direção como o desempenho da equipa.

A união entre sócios, direção e equipa técnica será crucial para enfrentar os desafios que se avizinham. A confiança de Cardoso no projeto e a continuidade do trabalho com os jovens talentos poderão ser a chave para um futuro mais promissor.