Instabilidade no comando técnico do Gil Vicente

  1. Apenas dois treinadores concluíram uma época inteira no comando do Gil Vicente desde 2019/20
  2. O clube já teve oito treinadores neste período, três deles saíram nos últimos 12 meses
  3. Hugo Vieira, antigo jogador e candidato à presidência, critica a falta de estabilidade e a estratégia no mercado
  4. A Direção promoveu José Pedro Pinto, técnico da equipa de sub-19, para substituir Bruno Pinheiro

Desde que o Gil Vicente regressou à I Liga, em 2019/20, apenas dois treinadores conseguiram concluir uma época inteira no comando da equipa: Vítor Oliveira e Ricardo Soares, este último na temporada 2021/22, quando o clube alcançou uma histórica qualificação europeia.

Sem contar com os interinos, o clube minhoto já teve oito treinadores neste período. Só a nova Direção, eleita há cerca de um ano, já viu sair três técnicos: Vítor Campelos, Tozé Marreco e agora Bruno Pinheiro.

Hugo Vieira, antigo jogador do Gil Vicente e candidato derrotado nas últimas eleições para a presidência, criticou duramente a estratégia adotada pela atual Direção. "Acho que deviam dar a cara e explicar aos sócios o que está a acontecer, por que razão há uma média de três treinadores por temporada, com o orçamento que temos e com os jogadores que temos", afirmou.

Para Vieira, "qualquer treinador precisa de estabilidade", algo que, segundo ele, "o Gil Vicente não tem neste momento". O ex-candidato à presidência criticou ainda a estratégia no mercado, considerando que "vende jogadores sem responsabilidade e não contrata", dando como exemplo a recente saída de Mory Gbane.

Vieira lamentou também que o clube não tenha na sua estrutura "gente que perceba de futebol". Entretanto, para substituir Bruno Pinheiro, a Direção gilista promoveu, para já, José Pedro Pinto, técnico que estava no comando da equipa de sub-19.

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