Ukra: "Sabíamos que ia ser uma época atípica"

  1. Ukra admite que esta época tem sido atípica para o Rio Ave devido à impossibilidade de inscrever jogadores.
  2. O extremo destaca o espírito, entrega, entreajuda e compromisso do grupo para superar a fase menos positiva.
  3. O plantel do Rio Ave já tinha conhecimento da possibilidade de chegarem reforços em janeiro, devido à recente aquisição de 80% da SAD do clube por parte de Evangelos Marinakis.
  4. Ukra acredita que deu o seu máximo enquanto esteve no FC Porto, apesar de jogar pouco.
  5. O extremo elogia o trabalho de André Villas-Boas e expressa confiança nas suas competências caso ele seja eleito presidente do Porto.
  6. Ukra valoriza ser reconhecido pelo seu trabalho e destaca a importância de ser uma boa pessoa no futebol.
Ukra, jogador do Rio Ave, admitiu que esta temporada tem sido atípica para o clube vila-condense. Em uma entrevista ao jornalista francês Rémi Martins, o extremo de 35 anos falou sobre as dificuldades enfrentadas devido à impossibilidade de inscrever novos jogadores. No entanto, ele ressaltou que o grupo encontrou soluções para sair da fase menos positiva. Ukra também comentou sobre a recente aquisição de 80% da SAD do clube por parte de Evangelos Marinakis e confirmou que o plantel já tinha conhecimento da possibilidade de chegarem reforços em janeiro. No que diz respeito à sua passagem pelo FC Porto, Ukra afirmou que deu o seu máximo enquanto esteve no clube, mesmo jogando pouco. Ele elogiou o trabalho de André Villas-Boas e expressou sua confiança nas competências do treinador caso ele seja eleito presidente do Porto. Por fim, Ukra mencionou a importância de ser reconhecido pelo seu trabalho e revelou que o seu objetivo é ser visto como uma boa pessoa no final da sua carreira.

Cathro quer mais do Estoril do que "fogo-de-artifício"

  1. Não quero viver num mundo em que quando ganhamos um jogo contra o Rio Ave e chegámos aos 34 pontos, há fogo-de-artifício.
  2. Na próxima vez que houver fogo-de-artifício é porque estamos a procurar os passaportes para poder ir fazer eliminatórias [competições europeias].
  3. Não podemos viver num mundo em que possamos ir a um jogo mais tranquilos por causa disto ou aquilo, porque não queremos isso, queremos muito mais e é preciso que toda a gente dentro do clube entenda e vá connosco.