Tomás Händel: Do Estrela Vermelha à Ambição da Seleção Nacional e Champions

  1. Tomás Händel, 25 anos
  2. Atual jogador do Estrela Vermelha
  3. Conquistou campeonato e Taça na Sérvia
  4. Sonha jogar na Champions e na Seleção Nacional

Tomás Händel, atualmente a brilhar no Estrela Vermelha, não esquece o passado e olha para o futuro com grande ambição. O médio de 25 anos, que já conquistou campeonato e Taça na Sérvia, revela os seus objetivos mais próximos: jogar a Champions e, um dia, chegar à Seleção Nacional. Recordando uma transferência falhada para um dos grandes de Portugal, Händel afirma: “Não. Mas gostava de regressar e vingar na Liga. Vou continuar a trabalhar e a acreditar em mim. Pode ser que aconteça. Deixei o passado no devido lugar. Desde que vim para o Estrela Vermelha, nunca mais pensei nisso. Sinto-me privilegiado. Sou um sortudo.” Este tipo de mentalidade reflete a determinação de um jogador que busca constantemente novos patamares no futebol.

O médio vimaranense, com dupla nacionalidade portuguesa e austríaca, expressa claramente a sua preferência pela camisola das quinas: “Sim! A minha trisavó era austríaca. Daí a minha dupla-nacionalidade. A federação da Áustria já entrou em contacto para eu representar a seleção, mas o grau de parentesco é afastado, pelo que a FIFA não permitiria. E, honestamente, não me vejo a representar outro país que não Portugal. Quero chegar à Seleção. Felizmente temos muitos jogadores de topo, os melhores do Mundo, mas o segredo é confiar em mim.” Händel demonstra a sua confiança e ambição, mesmo perante a forte concorrência existente na Seleção Portuguesa. Em relação ao Mundial de 2026, o jogador mantém a esperança: “Como português ambicioso que sou, quero acreditar. Com a nossa Seleção…. Se há ano, tem de ser este.” Quanto à próxima época e aos seus objetivos, Händel é direto: “Jogar na Champions. Estive na Liga Conferência pelo Vitória e na Liga Europa pelo Estrela Vermelha. Espero jogar Liga dos Campeões. Sei que vai acontecer, é uma questão de tempo.” Os seus planos evidenciam um percurso bem definido para o sucesso.

A paixão de Händel pelo Vitória de Guimarães é inegável, mesmo jogando tão longe de casa. O médio recorda os seus primeiros passos no clube: “As captações na infância. Lembro-me de os meus pais me levarem lá e recordo com saudade. Foi na academia do Vitória. Cheguei ao Vitória depois de começar no Moreirense e guardo amigos desde então. Sempre joguei por diversão e nunca diria que chegaria a este patamar. Fui ganhando noção e sinto-me realizado, mas quero mais.” O jogador também partilhou o balneário com Ricardo Quaresma, uma experiência que o marcou: “Foi algo monstruoso. Foi incrível e tive a sorte de nos darmos muito bem. Aproveitei ao máximo. Falei muito com ele sobre o percurso de carreira e aprendi com a tranquilidade que demonstrou em campo. Por vezes, o segredo está em não pensar demasiado, jogando com calma.” As palavras de Händel demonstram a importância que a partilha de experiências teve no seu desenvolvimento enquanto atleta. O médio também elogiou os técnicos com quem trabalhou no Vitória, como Alex Costa: “O mister Alex foi jogador do Vitória e é um apaixonado pelo Vitória. Também trabalhei com ele nos sub-19 e na equipa B. Sempre foi intenso e exigente, talvez diferente do que se espera na formação. A mensagem já era direcionada para o ganhar. Foi um bom professor e acrescentou-me ambição. É um excelente agregador.” Sobre Rui Borges, Händel afirma: “Gostei muito. O sucesso que vai conseguindo não me surpreende. Marcou-me pela forma como preparou os jogos, pelo estudo ao pormenor. Ao mesmo tempo, dá-nos liberdade no campo. Sabemos exatamente o que fazer e estamos confortáveis, a qualidade surge com naturalidade. O trajeto do Rui Borges não me surpreende e vai continuar a ser feliz.” Luís Freire também mereceu rasgados elogios: “Depois da saída do Rui Borges para o Sporting veio o mister Luís Freire, alguém com quem me identifico pela ideia de jogo, de posse e de jogo apoiado. Vem de uma escola que aprecio. O resultado da sua qualidade é estar ao comando da Seleção sub-21. Espero que continue a ter sucesso.” Além disso, o jogador comentou a saída de Luís Pinto: “É difícil. Não me cabe explicar. O Luís Pinto tem muito futuro e muita qualidade, gostei das ideias que partilhou e da mentalidade. Com ele, todos os jogos são para ganhar, não há medo. Conseguiu a Taça da Liga e, ainda que sej.”

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