O FC Porto está na iminência de assegurar um encaixe de 5,5 milhões de euros com a transferência de Iván Jaime, elevando o total de vendas para 10,5 milhões de euros, após a saída de Danny Namaso. No entanto, o negócio de Jaime com o Montréal Impact, da MLS, enfrenta agora uma renegociação. O médio espanhol está emprestado ao clube canadiano e uma cláusula de compra obrigatória de 5,5 milhões de euros está prestes a ser ativada, caso o jogador cumpra 60% dos jogos com um mínimo de 45 minutos por partida. Iván Jaime está a apenas 45 minutos de atingir essa meta, um feito que pode acontecer já no próximo dia 24, no jogo contra o DC United.
Apesar da proximidade da ativação da cláusula, o Montréal Impact manifesta a intenção de renegociar os termos do acordo. “Há discussões contínuas com o FC Porto, enquanto o empréstimo de Iván Jaime chegará ao fim. Essas discussões continuarão enquanto o empréstimo não estiver terminado”, confirmou Philippe Eullaffroy, treinador interino da equipa canadiana. Esta declaração sugere que o clube da MLS procura um entendimento diferente para manter o jogador, enquanto o FC Porto tenta garantir o valor inicialmente estipulado para a transferência.
No que concerne ao Sporting, o calendário de agosto de 2026 apresenta-se crucial e repleto de desafios, dependendo do desfecho da final da Taça de Portugal. Caso os leões consigam revalidar o título da Taça de Portugal, terão de disputar a Supertaça Cândido de Oliveira com o FC Porto nos dias 31 de julho, 1 ou 2 de agosto. A participação na Liga dos Campeões também se avizinha com incertezas. Se o Aston Villa vencer a Liga Europa e terminar a Premier League no 4.º lugar, o Sporting garante a fase de grupos da Champions, que por si só já vale 18 milhões de euros. Contudo, se “os villans de Unai Emery falharem um dos dois objetivos, o Sporting começará a Liga dos Campeões pela terceira pré-eliminatória (jogos a 4/5 e 11 de agosto) e, se passar, terá ainda de realizar os dois jogos de play-off (18/19 e 25/26 de agosto)”. Uma eventual queda no play-off limitaria a receita a 4 milhões de euros, um cenário que os leões quererão evitar.