Reações à derrota do FC Porto frente ao AVS SAD

  1. Derrota do FC Porto por 3-1
  2. Francesco Farioli destaca falta de eficácia
  3. Críticas de Nuno Encarnação
  4. Análise de Gaspar Azevedo e Jorge Amaral

A derrota do FC Porto frente ao AVS SAD por 3-1, na penúltima jornada da Liga Betclic, gerou naturalmente várias reações e análises. Francesco Farioli, técnico portista, não escondeu a sua frustração no final do encontro, destacando a falta de eficácia da sua equipa. “Fiquei furioso. Eu queria mais porque, com certeza, pelo número de vezes que chegámos e os toques que demos na área, e as bolas que cruzaram a frente da baliza sem ninguém finalizar a jogada... Com certeza, faremos tudo para terminar bem perante os nossos adeptos... e, especialmente, com 88 pontos, que não será o recorde, mas acho que é uma marca importante a atingir”, afirmou. Farioli também sublinhou que a equipa não pode baixar o nível, mesmo após a conquista do título e com algumas ausências importantes. “Precisamos de tirar esta lição para entender claramente que não podemos baixar nem 1% em nada porque, se não, vamos perder pontos. Podes perder pontos em qualquer campo. Por outro lado, pessoalmente, acho que foi também uma boa oportunidade para fazer algumas avaliações para o próximo jogo e, especialmente, para a próxima época”, completou.

As justificações para a derrota, segundo o treinador, passam também pelas ausências de jogadores cruciais. “Sofremos três golos nas três vezes que eles chegaram à nossa área. Sofremos em lances de bola parada, mas sabem que, quando falo em baixar um pouco o nível como hoje, sem o [Jan] Bednarek e sem o Diogo Costa, que são dois jogadores bastante dominantes no jogo aéreo, podes sofrer situações deste nível”, explicou Farioli. A importância do guarda-redes foi realçada: “O Diogo Costa, na minha opinião, está no top3 ou top5 de guarda-redes do mundo. Portanto, quando começas um jogo, claro, sem dois trunfos destes, é normal dizer que o nível baixa um pouco... Faltou-nos agressividade, faltou-nos desejo de atacar a baliza como devíamos e, quando nos conectámos e começámos a atacar a baliza como queríamos, as oportunidades tornaram-se mais claras”.

Nuno Encarnação, gestor, foi mais incisivo nas suas críticas. “No espaço de um mês, o FC Porto perde contra o Nottingham e agora contra o AVS, em dois jogos contra a 'liga dos últimos'. Há jogadores que não merecem continuar neste plantel. O passeio nos Aliados é só para a semana, passearem em Vila das Aves foi uma má opção”, disse. Gaspar Azevedo, ex-atleta do FC Porto, considerou a derrota como um jogo típico de fim de época: “O FC Porto defrontou um adversário descontraído e o Diogo Costa estava no banco. O melhor Cláudio Ramos equivale-se ao pior Diogo Costa. Depois tudo acaba por se juntar. Sofreu-se golos muito consentidos e falhou-se alguns cantados na frente. A festa traz sempre algumas mossas. Foi um jogo típico de final de época, mas foi entretido.” Jorge Amaral, também antigo jogador portista, apontou a falta de concentração. “É um resultado ingrato para o FC Porto fruto de alguns fatores: a falta de concentração competitiva, as festas por ter sido campeão. Foi uma equipa muito ‘soft’, quando quis acelerar demonstrou o grande problema da eficácia. Depois, os erros defensivos que ditaram os golos do AVS SAD”, analisou.

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