O autogolo de Martim Fernandes na partida entre o FC Porto e o Nottingham Forest (1-1), nos quartos de final da Liga Europa, foi amplamente divulgado, com a BBC a destacá-lo entre os piores de sempre. O lance infeliz do jovem jogador portista, que resultou num empate para o Nottingham Forest, tornou-se um dos momentos mais comentados da jornada futebolística. Este episódio levou o Maisfutebol a compilar uma lista de autogolos memoráveis ao longo das décadas, mostrando que mesmo os melhores jogadores podem cometer erros.
Entre os casos mais notáveis, recorda-se o de Lee Dixon, do Arsenal, que em setembro de 1991, num atraso mal calculado, fez um chapéu ao seu próprio guarda-redes, David Seaman, num jogo contra o Coventry. Em 1998, Jamie Pollock, do Manchester City, marcou um autogolo que contribuiu para a despromoção do clube à terceira divisão. Já em abril de 2001, Franck Queudrue, do Lens, marcou um autogolo a 30 metros da baliza, favorecendo o Bastia. Em 2004, Tony Popovic, do Crystal Palace, protagonizou um autogolo acrobático contra o Portsmouth, e em 2006, Chris Brass, do Bury, marcou um dos mais caricatos contra o Darlington, embora a sua equipa tenha vencido por 3-2.
Mais recentemente, em junho de 2024, Alisson Cassiano, então no Sport Recife, cometeu um erro semelhante ao de Martim Fernandes, ao calcular mal um atraso para o guarda-redes. Outros autogolos insólitos incluem o de Tomislav Piplica, guarda-redes do Energie Cottbus, em 2002, que resultou num empate contra o Borussia Mönchengladbach, e de Santiago Vergini, do Sunderland, em 2014, que disparou um remate na direção do próprio guarda-redes contra o Southampton. Em 2017, Sammy Ndjock, guarda-redes dos Minnesota United, lançou a bola para a própria rede. Estes exemplos demonstram como momentos de infelicidade podem acontecer a qualquer jogador, independentemente do nível competitivo.