O FC Porto está a consolidar a sua posição na corrida pelo título de 2026/27, mantendo uma vantagem de sete pontos sobre os seus rivais de Lisboa. Este sucesso tem sido impulsionado de forma notável pelo desempenho dos reforços contratados em janeiro. A vitória mais recente na Pedreira, contra o Sp. Braga, serviu como prova do impacto imediato desses novos talentos. Oskar Pietuszewski, por exemplo, foi crucial ao assistir para o golo de empate, marcado por William Gomes, e Seko Fofana garantiu a reviravolta.
Em contraste, os reforços de outros grandes clubes têm tido um impacto menos imediato. Rafa Silva, pelo Benfica, apesar de ter somado 702 minutos em campo e marcado dois golos em onze jogos, ainda não conseguiu recuperar a influência que teve em épocas anteriores, tendo inclusive perdido o seu lugar na equipa titular num jogo recente frente ao Vitória. Por outro lado, Pietuszewski, com 452 minutos, já contabiliza três golos e duas assistências em jogos cruciais para o FC Porto. A sua chegada discreta evoluiu para um papel preponderante, com participação direta em quase todos os jogos importantes, incluindo golos contra o Arouca, Benfica e Moreirense, e uma assistência decisiva contra o Rio Ave.
Comparativamente, Seko Fofana (366 minutos) e Terem Mofi (351 minutos) do FC Porto, apesar do tempo de jogo limitado, já igualaram os dois golos de Rafa Silva. No Benfica, Sidny Cabral, com 484 minutos em 12 jogos, registou um golo e duas assistências. No Sporting, Luís Guilherme, o reforço de inverno mais utilizado entre os três grandes com 724 minutos em doze jogos, marcou apenas um golo. Já Souleymane Faye, que chegou para substituir Alisson, soma 143 minutos em sete jogos com uma assistência. O FC Porto, face às ausências de Samu e Luuk de Jong antes da reabertura do mercado, tem proporcionado mais oportunidades aos seus novos jogadores, que têm aproveitado para se destacar e contribuir diretamente para os resultados da equipa.