Diogo Costa, guarda-redes do FC Porto, analisou a partida frente ao Benfica, que terminou empatada a duas bolas na jornada 25 da Liga, e que deixou um sentimento de frustração no balneário azul e branco. O internacional português abordou o desempenho da equipa, em particular a forma como geriram o jogo após um bom início.
Refletindo sobre o clássico, Diogo Costa começou por afirmar: “Entrámos muito bem no jogo, com a energia certa para querer mudar o jogo do ano passado; entrámos com a atitude correta, a ganhar duelos, com personalidade. Na segunda parte entrámos bem, mas, ao longo do tempo, não soubemos gerir bem o jogo, faltou-nos um pouco mais de maturidade. Com o empate fica tudo igual.” Esta declaração sublinha a boa entrada do FC Porto na partida e a sua ambição de inverter o resultado da temporada anterior, mas também revela uma lacuna na gestão da vantagem conquistada.
O guarda-redes continuou a sua análise, referindo: “É um estilo de jogo que, desde a chegada do mister Farioli, ele implementou. Fico muito contente por dar essa confiança na construção, que foi sempre à procura de agredir e não de mastigar o jogo. Não soubemos gerir bem a meio da segunda parte.” Esta citação sugere que, apesar de o estilo de jogo ser ofensivo e dinâmico, houve falhas na capacidade de manter a posse e controlar o ritmo do jogo quando necessário. Sobre um lance polémico com Pavlidis, que gerou pedidos de penálti por parte do Benfica, Diogo Costa foi perentório: “Estou completamente tranquilo. Não há qualquer penálti.” Esta afirmação demonstra a sua confiança e a sua perspetiva sobre a legalidade da sua intervenção.
Apesar do empate e da manutenção da distância para os rivais, Diogo Costa expressou a sua convicção no trabalho da equipa. “Continua tudo igual, temos de acreditar no nosso trabalho, somos trabalhadores, procuramos esforçar-nos mais do que o nosso adversário. Um pouco frustrado por este empate, merecíamos muito mais, mas continuamos na luta.” Esta mensagem de resiliência e de continuidade na batalha pelo campeonato é um tónico para a equipa, que, apesar da frustração, acredita nas suas capacidades. Ele acrescentou ainda: “O FC Porto é equipa trabalhadora, que procura esforçar-se mais do que o adversário. Não conseguimos e saímos frustrados”, reiterando o sentimento de que a equipa merecia mais do jogo, mas que a luta por objetivos maiores continua.