FC Porto: Desafios na defesa e gestão do plantel face a lesões

  1. Nehuén Pérez recupera de grave lesão
  2. Jakub Kiwior em treino condicionado
  3. Alan Varela suspenso
  4. Farioli enfrenta 6 jogos em 20 dias

O FC Porto enfrenta um período desafiador, com várias lesões e a necessidade de gerir o plantel para uma sequência de jogos exigente. Francesco Farioli, o técnico italiano, aguarda ansiosamente pelo regresso de jogadores importantes, nomeadamente na defesa, onde as opções têm sido escassas. As notícias mais recentes indicam que Nehuén Pérez, após uma grave lesão sofrida em setembro, já trabalha com bola no Centro de Treinos. A recuperação do defesa-central tem superado as expectativas iniciais, levantando a possibilidade de um regresso antecipado, talvez já em maio, apesar da cautela da equipa médica. Pérez havia contraído uma rutura total do tendão de Aquiles direito frente ao Nacional e foi submetido a cirurgia. A perspetiva inicial era de uma ausência prolongada, mas a evolução positiva nos tratamentos e a transição para trabalhos no relvado alimentam a esperança de o ver em campo ainda nesta temporada.

Paralelamente, a situação de Jakub Kiwior, lesionado no Clássico contra o Sporting, também é um ponto de atenção. O defesa-central polaco realizou um treino integrado condicionado esta quarta-feira, e a sua reintegração antecipada é uma possibilidade real, especialmente com o jogo frente ao Arouca a aproximar-se. A decisão final sobre a sua convocatória recairá sobre Farioli, que, apesar de não querer apressar regressos para evitar recaídas, vê em Kiwior uma solução valiosa para um setor defensivo com muitas baixas. A ausência de Alan Varela, suspenso por acumulação de cartões amarelos, complica ainda mais o cenário. Este cartão, estratégico e conveniente segundo algumas análises, abre um dilema no meio-campo, onde Pablo Rosario tem sido uma alternativa. Com Kiwior recuperado, a dupla de centrais mais utilizada, com Bednarek, poderá ser reconstituída, permitindo que Pablo Rosario regresse à sua posição de origem no meio-campo. Farioli, ao falar sobre as suas escolhas, elucidou a complexidade das suas decisões, afirmando: “A situação é clara, há uma hierarquia nas minhas decisões: o Pablo não jogava há três semanas, queria que ele voltasse por distintas razões. Ele pode ajudar-nos como central. Por isso, queria-o em jogo o mais rapidamente possível. Sobre o Prpic, é um jovem que, quando veio para aqui, era claro o seu papel, já teve jogos no campeonato e na Liga Europa.”

O ‘inexperiente’ Dominik Prpic, apesar de apreciado pelos adeptos, parece não convencer totalmente o técnico para jogos de maior exigência. “Apesar da sua juventude”, salientam fontes próximas do clube, “a falta de experiência em patamares mais elevados parece ser um fator decisivo para a sua utilização esporádica.” O croata de 21 anos não soma minutos na Liga desde outubro, sendo preterido em favor de adaptações de médios como Pablo Rosario à linha defensiva. A necessidade de gerir o plantel é crucial para Farioli, que terá de enfrentar uma sequência de seis jogos em apenas 20 dias, incluindo confrontos com Sporting e Benfica. No ataque, a situação também é delicada, com Luuk de Jong e Samu Aghehowa a deverem falhar o resto da temporada, deixando apenas Deniz Gul e Terem Moffi como opções para a ponta de lança. A gestão cuidadosa e o regresso seguro dos lesionados serão fundamentais para a estratégia do FC Porto nos próximos compromissos.

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