Farense lamenta reviravolta sofrida nos descontos ante o AVS

  1. Farense ficou perto de vencer até ao final
  2. Apoio dos adeptos foi decisivo para o bom desempenho da equipa da casa
  3. Arouca consegue a reviravolta nos descontos com penálti assinalado pelo VAR
  4. Zé Luís marca o golo da vitória do Arouca contra a sua antiga equipa

A pressão sobre o Arouca para alcançar resultados positivos iguais à concorrência direta tornava imperativa a necessidade de vencer o confronto com o Farense. Cientes disso, as duas equipas entraram no jogo com muita cautela, sem grande iniciativa ofensiva no primeiro tempo.

O Farense, galvanizado pelo apoio dos seus adeptos, foi a equipa mais capacitada para chegar a zonas de perigo nessa primeira parte, tendo incomodado várias vezes o guarda-redes Guilhermo Ochoa. Bem apoiado na largura conferida pelos incansáveis Derick Poloni e Pastor, o conjunto anfitrião demonstrou segurança defensiva, com Cláudio Falcão a liderar a retaguarda com eficácia.

Destacando-se no jogo aéreo, Yusupha Njie evidenciou-se com as duas melhores oportunidades da equipa algarvia, chegando mesmo a fazer tremer a baliza do internacional mexicano Ochoa. Apesar disso, o Arouca apresentou-se demasiado inoperacional nos momentos com bola, tendo Rodrigo Ribeiro e Lucas Piazón esbarrado na competência de Ricardo Velho.

Finda a primeira parte, os adeptos do Farense sonhavam com os três pontos, mas o destino reservava outra surpresa. Na segunda parte, o conjunto visitante cresceu de forma reveladora, aproveitando a quebra física dos algarvios. Já nos descontos, Velho saiu em falso da baliza, derrubou John Mercado na área e David Silva, no recurso ao VAR, assinalou grande penalidade. Zé Luís não desperdiçou a oportunidade e selou a reviravolta, traindo a sua antiga equipa, lamentou o treinador do Farense.

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