Luís Freire critica decisão do VAR após empate com E. Amadora

  1. Luís Freire criticou a decisão do VAR no empate contra o Estrela da Amadora
  2. O treinador do Rio Ave considera que deveria ter sido assinalado um penálti a favor da sua equipa
  3. Apesar do empate, Luís Freire acredita que a sua equipa fez o suficiente para vencer
No empate por 1-1 contra o Estrela da Amadora, Luís Freire, treinador do Rio Ave, demonstrou a sua insatisfação com a arbitragem. O técnico analisou o desempenho da sua equipa e criticou a falta de agressividade na primeira parte do jogo. Além disso, Luís Freire mencionou um lance em que considera que deveria ter sido assinalado um penálti a favor do Rio Ave, mas que não foi devidamente analisado pelo VAR. Na segunda parte, a equipa teve mais oportunidades e conseguiu marcar o golo, mas acabou por sofrer o empate momentos depois. Apesar de somar um ponto, Luís Freire acredita que a sua equipa fez o suficiente para conquistar a vitória. No final da conferência de imprensa, o treinador voltou a referir o lance na área do Estrela da Amadora, afirmando que não compreende a decisão do VAR e expressando a sua frustração pelo resultado obtido. Esta crítica de Luís Freire reflete a importância que o uso do VAR tem tido nos jogos de futebol. A tecnologia foi introduzida para auxiliar os árbitros nas decisões mais difíceis, mas nem sempre tem sido consensual. A controvérsia em torno do VAR tem sido recorrente no futebol português e é necessário que haja uma análise cuidadosa dos lances para garantir a justiça desportiva. No caso do Rio Ave, este empate deixa a equipa numa posição difícil na luta pelos pontos e aumenta a pressão sobre os próximos jogos. Luís Freire espera que haja mais atenção por parte de todos os intervenientes e que situações como esta não se repitam no futuro. Os adeptos do Rio Ave certamente partilham da frustração do treinador e esperam que a sua equipa consiga reverter esta situação nos próximos jogos.

Cathro quer mais do Estoril do que "fogo-de-artifício"

  1. Não quero viver num mundo em que quando ganhamos um jogo contra o Rio Ave e chegámos aos 34 pontos, há fogo-de-artifício.
  2. Na próxima vez que houver fogo-de-artifício é porque estamos a procurar os passaportes para poder ir fazer eliminatórias [competições europeias].
  3. Não podemos viver num mundo em que possamos ir a um jogo mais tranquilos por causa disto ou aquilo, porque não queremos isso, queremos muito mais e é preciso que toda a gente dentro do clube entenda e vá connosco.