Ian Cathro elogia FC Porto e perspetiva jogo empolgante

  1. Ian Cathro elogia FC Porto.
  2. FC Porto é uma "máquina de jogar à bola".
  3. Estoril em 7.º lugar sente-se em crise.
  4. Estoril quer máximo de pontos.

Ian Cathro, técnico escocês que orienta o Estoril, não poupou elogios ao FC Porto, adversário na 29.ª jornada da Liga Betclic. Questionado sobre a eventual pressão que os dragões poderiam sentir, tendo em conta a aproximação do Sporting à liderança, Cathro desvalorizou, salientando a evolução notável da equipa de Farioli.

“A dificuldade do jogo toda a gente sabe. Estamos a ver uma evolução importante num dos grandes deste país, olho e a análise que fazemos desta equipa do FC Porto, não digo que já é, mas acho que esta equipa está no processo de ser quase uma máquina de jogar à bola”, considerou Cathro, expressando a sua admiração pela performance do coletivo portista.

O treinador fez uma analogia com épocas passadas, referindo que o nível atual do FC Porto pode ser comparado a outras equipas de referência no futebol português. “Olhando para trás, das grandes equipas em Portugal, podemos dizer isso talvez do Benfica do Jorge Jesus, uma máquina de jogar à bola, e mais recentemente [o Sporting] do Amorim, que passou meses a este nível também. Parece que esta equipa do FC Porto é capaz de chegar a esse nível. Sabemos que vamos ter um jogo difícil, mas vamos a jogo na mesma”, sublinhou, perspetivando um desafio exigente mas que o Estoril enfrentará com determinação.

Apesar do respeito pelo adversário, Cathro não deixou de abordar a situação atual do Estoril, que enfrenta um período de resultados menos positivos. Em sétimo lugar na tabela, o técnico revelou alguma frustração com as duas últimas derrotas, mas manteve a confiança na sua equipa. “Talvez seja a primeira vez na história em que o Estoril está em 7.º lugar e sentimos que estamos em crise. É o que sentimos, penso que estamos a ter alguma dificuldade em lidar com o nível de frustração que sentimos ao longo da época. Parece que estamos a chegar a um ponto em que podemos igualar o nível de elogios com pontos, mas ainda estamos longe disso”, apontou, evidenciando a dualidade entre o reconhecimento pelo trabalho desenvolvido e a necessidade de traduzir isso em pontos.

Para Ian Cathro, o reconhecimento externo nem sempre se alinha com os resultados em campo, gerando frustração. “Temos conseguido elogios e sinto que há um verdadeiro respeito pelo nosso trabalho, pela qualidade dos jogadores, pela forma como a equipa trabalha, mas o elogio e o respeito não estão alinhados com os pontos que temos e isso traz-nos muita frustração. Olhando para os últimos dois jogos, falhámos um bocadinho, temos mais seis jogos e vamos fazer de tudo para ir atrás do máximo de pontos possíveis, porque ainda podemos conseguir o nosso objetivo”, concluiu, reforçando a ambição e o empenho do Estoril em alcançar os seus objetivos na reta final da temporada.

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