Ian Cathro, treinador do Estoril, deixou claro que não quer ver a equipa a relaxar, mesmo após ter garantido a permanência na Liga NOS. Em conferência de imprensa, o técnico rejeitou a hipótese de a equipa ter fogo-de-artifício
apenas por ter chegado aos 34 pontos.
“Não quero viver num mundo em que quando ganhamos um jogo contra o Rio Ave e chegámos aos 34 pontos, há fogo-de-artifício. Isso para mim não vale nada, temos de acabar com isso. Temos de trabalhar todos os dias com uma exigência muito maior”
, afirmou Cathro.
fogo de artifíciose o Estoril conseguir apurar-se para uma competição europeia.
“Na próxima vez que houver fogo-de-artifício é porque estamos a procurar os passaportes para poder ir fazer eliminatórias [competições europeias]. Esse sim merece um momento de fogo-de-artifício, mas ainda não estamos aí, ainda não conseguimos nada e temos muito trabalho para fazer nestes sete jogos.”Cathro compreendeu a importância dada à marca dos 34 pontos, que teoricamente garantem a manutenção, mas quer elevar as ambições do clube.
“Respeito muito a importância e a história dos últimos anos, por exemplo, os 34 pontos. Entendo, mas não pode ser assim. Não podemos viver num mundo em que possamos ir a um jogo mais tranquilos por causa disto ou aquilo, porque não queremos isso, queremos muito mais e é preciso que toda a gente dentro do clube entenda e vá connosco.”## Próximo jogo contra o Aves Sobre o próximo jogo, contra o Aves, Cathro espera um adversário difícil, mas acredita que o desafio
vale maispara o Estoril do que para a equipa da Vila das Aves, que luta contra a despromoção.