Reviravolta do Jogo
Ao longo da intensa partida entre Gil Vicente e SC Braga, o transversal Santi García destacou-se como a figura central na reviravolta do jogo. Após um primeiro tempo onde o Braga levou a melhor, Ricardo Horta abriu o marcador com um excelente remate de primeira, concluindo um cruzamento de Victor Gomez. Na visão de Ricardo Horta, a equipa não soube aproveitar a vantagem: “Os jogos de futebol têm duas partes e nós só jogámos uma.”
Ele afirmou que o Braga falhou em ser maduro na gestão do jogo diante de um Gil Vicente que mostrava cada vez mais confiança.
Na segunda parte, sob a liderança de César Peixoto, o Gil Vicente voltou a campo determinado a mudar a sua sorte. Santi García, que teve um papel crucial, comentou: “Este prémio é fruto de todo o trabalho, tanto pessoal como coletivo, que fazemos todos os dias.”
A equipa sabia que precisava de uma atitude diferente e foi exatamente isso que demonstraram: primeiro com o golo de Gustavo Varela, que igualou a partida, seguido do golo decisivo de García, que completou a transformação do resultado.
Dificuldades do Braga
Carlos Vicens, treinador do Braga, reconheceu as dificuldades da sua formação: “Custou-nos a suster o jogo. Acabámos por sofrer mais um golo de bola parada. Temos de ser mais vivos, mais contundentes no último terço.”
Esta crítica reflete a realidade de um jogo onde o Braga, apesar de começar forte, viu a sua defesa falhar em momentos cruciais. A derrota teve impacto no estado emocional da equipa, que ainda busca se recuperar do desaire e lutar para ocupar novamente o quarto lugar: “Estamos chateados porque perdemos e a equipa está triste,”
acrescentou Vicens.