Vítor Murta critica arbitragem do Arouca-Boavista: "É preciso renovar, há árbitros sem qualidade"

  1. O presidente do Boavista, Vítor Murta, criticou a atuação do árbitro Fábio Melo no jogo contra o Arouca.
  2. Murta destacou o critério utilizado pelo árbitro na aplicação dos cartões amarelos.
  3. O líder máximo dos axadrezados defendeu a necessidade de renovação nos quadros da arbitragem portuguesa.
  4. Vítor Murta também comentou sobre o estado do relvado do Estádio Municipal de Arouca.
Após a eliminação da Taça de Portugal para o Arouca, Vítor Murta foi à sala de imprensa expressar a sua insatisfação com a arbitragem de Fábio Melo. O presidente do Boavista destacou o critério utilizado pelo árbitro, especialmente na aplicação dos cartões amarelos, e defendeu a necessidade de renovação nos quadros da arbitragem portuguesa. Murta destacou que a atuação do árbitro prejudicou a sua equipa ao mostrar uma quantidade excessiva de cartões amarelos, afirmando: 'Hoje, foi uma barbaridade de cartões amarelos aos jogadores do Boavista'. Ele também mencionou dois lances em particular que considerou injustos: 'O Martim Tavares foi para o hospital com uma lesão que esperamos que não seja muito grave, mas grave será de certeza, uma lesão sofrida a meio-campo que o árbitro nem falta marcou. O Bozenik sofreu falta, teve de ser assistido e sair do campo lesionado e ainda levou amarelo. Não se consegue perceber. Condicionou a ação dos nossos jogadores'. O presidente do Boavista aproveitou ainda para comentar sobre o estado do relvado do Estádio Municipal de Arouca: 'Vi a FPF lançar um apelo para a formação de árbitros. Acho muito bem, é preciso renovar, há árbitros sem qualidade'.

Cathro quer mais do Estoril do que "fogo-de-artifício"

  1. Não quero viver num mundo em que quando ganhamos um jogo contra o Rio Ave e chegámos aos 34 pontos, há fogo-de-artifício.
  2. Na próxima vez que houver fogo-de-artifício é porque estamos a procurar os passaportes para poder ir fazer eliminatórias [competições europeias].
  3. Não podemos viver num mundo em que possamos ir a um jogo mais tranquilos por causa disto ou aquilo, porque não queremos isso, queremos muito mais e é preciso que toda a gente dentro do clube entenda e vá connosco.