Testemunhas da PJ afastam ilegalidades no Benfica

  1. Testemunhas confirmam ausência de evidências
  2. Dificuldades nos sistemas dificultaram investigação
  3. Conexão entre Vieira e empresa é assinatura
  4. Repercussões para Benfica são questionáveis

Duas testemunhas da Polícia Judiciária, que depuseram no julgamento do caso 'Saco Azul', confirmaram que não existem evidências que provem que o Benfica tenha recebido dinheiro vivo de forma ilegal. Este fato crucial vem à tona durante uma investigação em que se levantaram sérias suspeitas sobre ex-altos responsáveis do clube, incluindo Luís Filipe Vieira e Domingos Soares de Oliveira.

Os inspetores testemunharam que as deficiências nos sistemas informáticos utilizados dificultaram o processo judicial, impossibilitando que as alegações de fraude fossem sustentadas com provas concretas. Os elementos presentes nos autos não permitem relacionar diretamente o clube com os levantamentos em numerário realizados na empresa Questão Flexível, a qual é acusada de emitir faturas para serviços que, segundo o Ministério Público, nunca existiram.

Adicionalmente, a única conexão que pode ser estabelecida entre Luís Filipe Vieira e Domingos Soares de Oliveira e a empresa em questão reside na assinatura dos contratos, o que, por si só, não implica a prática de atos ilícitos. Esta situação levanta questões sobre a eficácia dos métodos utilizados na investigação, bem como sobre as repercussões para as figuras implicadas e para o próprio Benfica.

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