Pedro Henriques analisa lances polémicos dos jogos de Benfica e FC Porto

  1. Golo do Benfica validado aos 14 minutos.
  2. Penálti para o Benfica aos 56 minutos.
  3. Golo do FC Porto anulado aos 21 minutos.
  4. Penálti não assinalado para o FC Porto aos 48 minutos.

Numa ronda repleta de decisões arbitrais contestadas, Pedro Henriques analisou os lances mais polémicos dos jogos de Benfica e FC Porto. No encontro do Benfica frente ao Nacional, no minuto 14, um golo foi validado após análise a uma recuperação de bola duvidosa de Gianluca Prestianni sobre Zé Vitor, seguida de uma assistência para Rafa, com este em posição legal. No minuto 21, um lance que gerou protestos por parte dos encarnados, com Zé Vitor a colocar as mãos sobre os ombros de António Silva, foi considerado insuficiente para influenciar o salto do central, descartando assim a existência de grande penalidade. Aos 22 minutos, um cartão amarelo exibido a Samuel Dahl foi mal atribuído, já que o jogador benfiquista tocou na zona do peito de Daniel Junior, e não na cara, como este simulou. Daniel Junior deveria, inclusive, ter sido advertido por simulação.

Outros momentos críticos ocorreram na segunda parte do Benfica-Nacional. Aos 50 minutos, uma entrada tardia de Witi sobre Rafa resultou num cartão amarelo para o jogador insular, seguindo a lei da vantagem. Dois minutos depois, aos 51, a bola desviou no braço de Witi após um ressalto, com o braço junto ao corpo e sem movimento deliberado, decisão que foi bem validada pela equipa de arbitragem. Momentos depois, aos 54, o remate de Laabidi na área encarnada, foi embater no ombro/braço de António Silva, que o estava a usar encostado ao corpo, sem que tenha gerado qualquer volume adicional, sem motivos para penálti. Aos 56 minutos, foi assinalada uma grande penalidade a favor do Benfica, após Léo Santos rasteirar Schjelderup dentro da área. A defesa do penálti por Kaique, aos 57 minutos, foi considerada legal, com o guarda-redes a manter um pé na linha de baliza. Finalmente, aos 67 minutos, um golo do Nacional foi bem anulado por falta atacante de Zé Vítor sobre Vangelis Pavlidis.

No jogo do FC Porto contra o Estoril, Pedro Henriques também abordou vários lances. Aos 21 minutos, um golo dos dragões foi corretamente anulado por fora de jogo de Deniz Gul, que estava 13 cm adiantado no momento do passe. Aos 30 minutos, Jordan Holsgrove empurrou Oskar Pietuszewski para fora das quatro linhas, numa ação intencional para parar a jogada, resultando numa falta tática bem sancionada. O autogolo do Estoril, aos 33 minutos, foi validado, sem qualquer infração por parte dos atacantes do FC Porto. Aos 48 minutos, um lance que gerou muita discussão: Antef Tsoungui, ao se atirar de forma imprudente, rasteirou Froholdt. O VAR recomendou penálti, mas o árbitro discordou, deixando por assinalar uma grande penalidade. Aos 51 minutos, João Carvalho e Pietuszewski foram bem advertidos com cartão amarelo por comportamentos antidesportivos. Contudo, aos 57 minutos, Pietuszewski deveria ter recebido o segundo amarelo e consequente expulsão por agarrar e derrubar João Carvalho sem bola. Aos 81 minutos, Ricard Sánchez recebeu bem um cartão amarelo por cortar um ataque promissor de Francisco Moura. Por fim, aos 85, um alegado penálti sobre João Carvalho foi corretamente ignorado, já que o jogador se deixou cair ao sentir o contacto de Rodrigo Mora.

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