O Benfica manifestou o seu profundo pesar
pela morte de Silvino Louro, antigo guarda-redes do clube e da seleção nacional, que faleceu aos 67 anos. Em comunicado oficial, o clube expressou condolências à família e amigos, relembrando a importância de Silvino na história do emblema. “O Sport Lisboa e Benfica manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Silvino, figura marcante de uma geração que muito honrou o emblema ao peito”
, afirmaram os encarnados.
Nascido em Setúbal em 1959, Silvino teve uma carreira notável, representando clubes como Vitória de Setúbal, Vitória de Guimarães, Desportivo das Aves, Benfica, FC Porto e Salgueiros. Durante duas décadas, conquistou um total de oito troféus e teve 23 internacionalizações pela seleção principal de Portugal. No Benfica, onde jogou por nove épocas, Silvino disputou 330 jogos oficiais e ajudou o clube a conquistar seis títulos, incluindo quatro campeonatos nacionais e uma Taça de Portugal.
Legado e Contribuições
Silvino também esteve entre os postes nas finais da Taça dos Campeões Europeus de 1988 e 1990, deixando uma marca indelével em cada partida. A qualidade e dedicação que apresentou ao longo da sua carreira foram destacadas pelo clube, que realçou: “Mais do que os títulos e os números, ficará para sempre a memória de um atleta que serviu o Benfica com compromisso, paixão, orgulho e espírito de equipa”
.
Após a sua retirada do futebol profissional, Silvino dedicou-se ao treino especializado de guarda-redes, tendo colaborado com José Mourinho em vários clubes, incluindo o FC Porto, Chelsea, Manchester United, Inter Milão e Real Madrid. A sua última experiência foi no Al Hilal Omdurman, no Sudão. Silvino será sempre recordado como um ícone do futebol português e um símbolo de profissionalismo e dedicação ao desporto.