Stije Resink, médio do Groningen, admitiu que esteve na mira do Benfica durante o mercado de inverno e expressou o seu desejo de se transferir para o clube da Luz. Contudo, a transferência foi vetada pelo Groningen, que decidiu não avançar com a venda do jogador. O capitão da equipa neerlandesa descreveu como lidou com todo o processo, comentando que a postura do clube foi um elogio
.
Resink afirmou: ““Ainda estou aqui e isso diz tudo. Estou muito feliz aqui, por isso nunca foi um problema. Mas sim, houve algum ruído””
, em declarações à RTV Noord. A sua disposição em mudar-se para o Benfica evidencia não só a sua ambição, mas também a importância que atribui às oportunidades na sua carreira. Ele explicou que ““passa-se muita coisa e é por isso que, enquanto jogador, pensas muito, até no que é melhor para ti””
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Frustração com a Recusa do Clube
O jogador de 22 anos revelou ainda a frustração que sentiu com a decisão do clube de recusar a proposta. ““A história é clara: existiu a possibilidade de me venderem, mas o clube não quis. Acaba por ser um elogio, mas isso pode esbarrar com as tuas próprias ambições””
, disse ele. Essa reflexão sobre a recusa da transferência demonstra a tensão entre as aspirações pessoais do jogador e a posição institucional do Groningen, que parece ter priorizado a sua continuidade na equipa.
Resink também expressou a sua expectativa de que o Groningen compreendesse a sua intenção de sair. ““Como jogador, esperas um pouco mais de cooperação, mas, por outro lado, a posição deles foi clara. Tenho opinião sobre isso, mas irei discutir o assunto diretamente com as pessoas. Agora já está feito e já foi dito o suficiente sobre isso””
, comentou, mostrando uma vontade de dialogar sobre a questão com a direção do clube.
Destaque na Temporada
Até agora, Stije Resink se destacou com quatro golos e cinco assistências em 21 jogos pelo Groningen nesta temporada. A imprensa dos Países Baixos reporta que ele possui uma cláusula de rescisão de seis milhões de euros e que o Ajax é outro clube interessado na sua contratação.
A situação de Resink deixa em aberto o futuro do jovem jogador, que, apesar das frustrações, continua a ser uma peça chave na equipa. A sua luta interna entre os desejos pessoais e as decisões do clube é um reflexo das complexidades que muitos jogadores enfrentam nas suas carreiras.