Portugal regressou ao 6.º lugar do ranking da UEFA após ultrapassar os Países Baixos, mas a celebração é cautelosa. A posição, alcançada esta semana, precisa de ser confirmada até ao final da temporada para produzir efeitos na temporada 2027/28. Especialistas alertam que o feito não resulta de uma ação coletiva e que a sustentabilidade do lugar ainda está por provar. Uma queda no futuro é considerada inevitável se não houver um esforço concertado dos clubes portugueses.
Em paralelo, o Benfica celebrou um acordo com a NOS para os direitos audiovisuais, que garantirá aos encarnados cerca de 50 milhões de euros por ano até à implementação da venda centralizada em 2028/29. O valor, embora significativo, fica abaixo das ambições de Rui Costa, que almejava chegar aos 70 milhões. O acordo é visto como positivo para o clube, mas sem garantias de benefícios imediatos para o resto do futebol português.