A noite de futebol na Luz foi marcada por um duelo electrizante entre Benfica e Estoril, onde o avançado grego Pavlidis destacou-se com um hat-trick que selou a vitória encarnada por 3-1. Após o jogo, Pavlidis falou sobre a sua experiência, sublinhando a dificuldade da primeira parte.
“A primeira parte foi difícil. Foi bom marcarmos dois golos para facilitar o nosso trabalho. O 2-1 foi bom para ‘acordarmos’ antes do intervalo”, afirmou o avançado.
Persistência do Estoril
O Estoril, apesar da derrota, teve momentos de clareza e oportunidades de marcar. O capitão da equipa, João Carvalho, expressou o seu descontentamento com a performance coletiva e a falta de eficácia:
“Foi um jogo dividido, podíamos ter feito o primeiro golo antes do que eles, logo nos primeiros 10 ou 15 minutos. Se fizéssemos, seria totalmente diferente. O Benfica superiorizou-se e dificultou-nos a saída. Faltou-nos clarividência para o último passe e receções, perdemos muitas segundas bolas e isso fez a diferença hoje”, lamentou Carvalho.
Abordagem Estratégica do Benfica
O jogo começou com a pressão do Estoril, que mostrou grande determinação e não respeitou a mística do adversário. Momentos iniciais repletos de oportunidades revelaram que a equipa de Mourinho não iria facilitar. Como enfatizou João Carvalho:
“É sempre um prazer, o Benfica fez de mim um homem e um jogador profissional. Queria muito ganhar e tentei ajudar a equipa. Parabéns ao Benfica, mas saímos desiludidos com o resultado. Agradeço o apoio dos adeptos, foram incansáveis. É levantar a cabeça e seguir em frente.”
O Brilho de Pavlidis
Pavlidis, com a sua habilidade técnica e capacidade de finalização, conseguiu inverter a dinâmica do jogo. “É sempre bom marcar golos. O segundo golo foi um golo bonito, mas no final das contas aquilo que quero é continuar a ajudar a equipa”, reafirmou o avançado, mostrando o seu compromisso com o sucesso da equipa.
O técnico José Mourinho teve uma abordagem estratégica e as alterações de última hora no plantel, devido a lesões e escolhas táticas, trouxeram desafios adicionais. O Estoril não se deu por vencido e, mesmo em desvantagem, apresentou um futebol envolvente. Entradas como a de Sidny Lopes Cabral revitalizaram a equipa, culminando no terceiro golo que garantiu a tranquilidade para os adeptos encarnados e uma desilusão para os canarinhos.