Javi García recorda com carinho a sua passagem pelo Benfica

  1. Javi García jogou no Benfica entre 2009 e 2012
  2. Javi García foi adjunto técnico do Benfica nas últimas duas temporadas
  3. Cristiano Ronaldo aconselhou Javi García a assinar pelo Benfica
  4. Jorge Jesus é considerado o melhor treinador de Javi García

Javi García recorda com carinho a sua passagem pelo Benfica, quer como jogador entre 2009 e 2012, quer como adjunto técnico nas últimas duas temporadas. O espanhol destaca duas figuras fulcrais na sua ligação ao clube lisboeta: Cristiano Ronaldo e Jorge Jesus.

“Estava na Áustria e o meu agente ligou-me e falou da possibilidade de ir para o Benfica. Foi engraçado porque num dia, quando fui ao pequeno-almoço, o Ronaldo [seu companheiro no Real Madrid], que estava na primeira época, veio até mim e perguntou-me: 'Oh Javi, tens a possibilidade de ir para o Benfica?'. E eu aproveitei e disse: 'Ronaldo, que tal? Vou?'. E ele: 'Vai'”, revelou o antigo médio.

O apoio de Cristiano Ronaldo

O facto de ter tido o apoio do craque português foi crucial na altura. “Graças a Deus ele perguntou-me porque eu não lhe ia perguntar. Mas foi engraçado porque ali fiquei muito tranquilo. Sabia que o Benfica era um grande clube, mas ter o Cristiano Ronaldo, com aquela confiança, a dizer que sim...”, confessou.

Jorge Jesus, o melhor treinador

Quanto a Jorge Jesus, Javi García considera-o “o melhor treinador que tive. Quase todos os jogadores que passaram por ele têm a mesma opinião.” O espanhol trabalhou com o técnico português durante o seu regresso ao Benfica como adjunto nas últimas duas temporadas.

Essa segunda experiência nas águias, em 2022, apanhou-o de surpresa. “O Benfica ligou-me e fez uma proposta. Um segundo depois, liguei para a minha mulher e a resposta foi: "Ó Javi, nunca te tinha visto tão nervoso, só te vi assim quando te liguei para dizer que estava grávida do nosso primeiro filho. Relaxa e vai”, revelou García.

Cathro quer mais do Estoril do que "fogo-de-artifício"

  1. Não quero viver num mundo em que quando ganhamos um jogo contra o Rio Ave e chegámos aos 34 pontos, há fogo-de-artifício.
  2. Na próxima vez que houver fogo-de-artifício é porque estamos a procurar os passaportes para poder ir fazer eliminatórias [competições europeias].
  3. Não podemos viver num mundo em que possamos ir a um jogo mais tranquilos por causa disto ou aquilo, porque não queremos isso, queremos muito mais e é preciso que toda a gente dentro do clube entenda e vá connosco.