Lesões e partidas pesam nos grandes do futebol português

  1. Manu Silva seria o reforço de janeiro com maior impacto
  2. O Benfica venceu o Moreirense com 3 golos de bola parada
  3. O Sporting recuou muito cedo e em demasia contra o FC Porto
  4. O FC Porto perdeu dois jogadores influentes no último mercado

O mau azar do Benfica


O encerramento do mercado de transferências não trouxe apenas novos reforços, mas também problemas para alguns dos principais clubes portugueses. O Benfica foi duramente atingido, perdendo dois jogadores importantes por lesão logo no primeiro jogo após o fecho da janela.

Uma das baixas, Manu Silva, provavelmente seria o reforço de janeiro com maior impacto na segunda metade da temporada das águias. Mas além desta inegável infelicidade, o Benfica também é punido pela decisão de não contratar um lateral direito. Com a saída de Bébé, Carreras ficou sem alternativa, e Tomás Araújo, apesar de ter o lugar mais consolidado, joga preferencialmente do lado esquerdo, deixando a ala direita a carecer de opções mais frescas.

Bruno Lage pode lamentar o azar da sua equipa, mas esse argumento já chega tarde para justificar as dificuldades que o Benfica tem sentido em controlar os jogos, especialmente perante adversários competentes a condicionar a primeira fase de construção. Foi com três golos de bola parada que o Benfica venceu o Moreirense e se aproximou da liderança, demonstrando mais mérito do que sorte, embora isso não afaste as interrogações sobre o nível exibicional da equipa.

O Sporting perdeu pontos


Também o Sporting saiu do clássico com o FC Porto com um empate que, apesar de não ser negativo, deixa algumas inquietações. Não tanto pelo resultado em si, mas pela forma como a equipa de Rui Borges recuou muito cedo e em demasia, permitindo que o FC Porto lhe escapasse a vitória nos instantes finais. O leão tem argumentos para falar de azar, mas não é por aí que o treinador conseguirá justificar a passividade adotada, até porque a margem de liderança ficou encurtada.

O Porto continua a viver um «ano zero»


Quanto ao FC Porto, que perdeu dois dos seus jogadores mais influentes no último mercado, acabou o clássico a festejar um empate como poucas vezes se viu no Dragão. É justo o reconhecimento dos adeptos ao esforço da equipa, delapidada em nome do equilíbrio financeiro, mas a comemoração de Martín Anselmi e as suas palavras no final não podem contribuir para que a estrutura liderada por Villas-Boas repita o erro cometido com Vítor Bruno. A ambição está bem vincada na história do clube, mas o desenrolar da época só veio confirmar a ideia de que este terá de ser um «ano zero». A chegada de Tomás Pérez e William Gomes para os lugares de Nico e Galeno não pode ser vista como um reforço de ambição por parte do FC Porto.

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  3. Esta é a segunda Supertaça conquistada pelo Al Hussein, 13 anos depois da primeira
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