AVS vence Nacional por 1-2 e conquista primeira vitória fora de casa

  1. AVS vence Nacional por 1-2
  2. AVS conquista primeira vitória fora de casa
  3. Nacional não conseguiu concretizar 24 remates
  4. AVS está em nono jogo com duas derrotas

O AVS triunfou sobre o Nacional por 1-2 na 32.ª jornada da I Liga, um resultado que impulsionou o AVS que, apesar de despromovido, celebrou a sua primeira vitória fora de casa. Após o jogo, os treinadores João Henriques, do AVS, e Tiago Margarido, do Nacional, partilharam as suas análises sobre a partida.

João Henriques, treinador do AVS, refletiu sobre os desafios iniciais e a recuperação da sua equipa. “Nos primeiros 20 minutos, o Nacional esteve melhor, sobretudo na questão da bola parada, estavam a ganhar a primeira e a segunda bola e a causar-nos alguns problemas. Também durante a primeira parte não conseguimos controlar o nosso lado direito, o lado esquerdo do Nacional. Estávamos a permitir no corredor que a bola chegasse à área. Fomos melhorando a partir dos 20 minutos, a equilibrar, e depois fomos para o intervalo com a igualdade no marcador. E uma segunda parte nossa com variadíssimas oportunidades, onde poderíamos ter dilatado o marcador, e onde, no geral, fomos justos vencedores, porque conseguimos retificar aquilo que estávamos a fazer mal naqueles primeiros 20 minutos na bola parada. E fomos, como eu disse, na minha opinião, justos vencedores numa partida difícil. Este é o quarto jogo consecutivo a somar pontos. O AVS vai para o nono jogo onde só concedeu duas derrotas. Já nos andava a fugir há algum tempo. Esta equipa hoje mostrou que a tabela mente mesmo muito. Está numa posição que todos nós sabemos que já não vai sair. É uma posição final, mas que é injusta para o valor destes jogadores e para aquilo que nós fizemos”, afirmou João Henriques.

Do lado do Nacional, Tiago Margarido não escondeu a frustração com o desempenho da sua equipa, apesar de reconhecer a qualidade do adversário. “Já tinha alertado, aqui nesta mesma cadeira, da dificuldade que seria este jogo. Estávamos a jogar contra um adversário que estava a atravessar o melhor momento da época, e está, que tem a sua competência, e que neste momento joga sem pressão. E isso já trazia uma dificuldade acrescida ao nosso jogo”, explicou Tiago Margarido. O treinador madeirense lamentou ainda a falta de competitividade da sua equipa. “A verdade é que nós entrámos bem e tivemos ali cerca de 20 minutos bons, onde fazemos o golo e, de seguida, temos uma oportunidade, que eu me lembro, com o guarda-redes fora da baliza. Temos ali uma série de aproximações interessantes. Depois disso, o adversário começou a ganhar ascendente até que faz o golo. Na minha opinião, o que faltou foi mais capacidade competitiva. Mais capacidade para o duelo, mais capacidade para a reação à perda, mais capacidade para a contrapressão. Ou seja, penso que não competimos ao nível que poderíamos ter competido na primeira parte”, acrescentou.

Apesar da posse de bola e do número de remates, o Nacional não conseguiu concretizar, e Margarido apontou a falta de competência como fator decisivo. “Na segunda parte, procuramos outro tipo de espaços para ferir o nosso adversário, um adversário competente também a fechar o espaço, temos que dar mérito também a isso. E, depois, numa transição, conseguem fazer o golo da vantagem. No momento em que estavam a controlar o jogo, apesar de nós termos o domínio da bola. Tentamos de todas as formas, fazemos 24 remates à baliza, temos quase 70% de posse de bola. A equipa, a certo momento, começou a ficar intranquila e falhámos muitos passes, muitos passes entre médios, o que não é normal. Portanto, essa intranquilidade, depois, acabou por se virar contra nós. Era a quarta final que tínhamos pela frente. Vencemos três e, infelizmente, não conseguimos vencer a quarta”, lamentou Tiago Margarido. Concluiu a sua análise sublinhando a forma como a equipa se deslumbrou cedo na partida: “Na primeira parte, nós entramos bem. A verdade é que penso que a equipa se deslumbrou com essa entrada. Marcamos cedo, temos oportunidades até para ampliar o marcador e penso que a equipa se deslumbrou com isso. E, depois, não foi competente a competir como deveria ser, como eu disse ainda há pouco. E, infelizmente, a confiança do adversário foi crescendo, e isso, com o desenrolar dos minutos, foi-nos criando intranquilidade. Após a vantagem, teríamos que ter sido mais competitivos. E não fomos”.

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