Rui Borges, treinador do Sporting, abordou a recente polémica em torno do adiamento do jogo com o Tondela, um tema que tem gerado discussões entre adeptos e analistas. Em declarações recentes, Rui Borges afirmou: “Arrependimento algum. Era um direito que tínhamos, acionámos, é um direito regulamentar, ainda bem que o fizemos, senão não teríamos dado a resposta física e mental na segunda mão com o Bodo.”
Esta resposta destaca a convicção do treinador sobre a legitimidade da decisão tomada.
O técnico recordou a goleada sobre o Bodo/Glimt, onde a equipa se destacou com uma vitória de 5-0. Porém, ele também deixou claro que a euforia gerada por esse resultado foi efémera: “A euforia é para fora, enquanto treinador, a euforia acabou passados dez minutos. Percebi que temos pouco tempo para recuperar, percebi a exigência do jogo, percebi a dificuldade do jogo do Alverca.”
Essa reflexão sublinha a necessidade de foco, já que o calendário se intensifica com vários jogos sequenciais.
Além disso, Rui Borges destacou a grandeza e exigência do clube, afirmando que “fazia parte da grandeza do clube e da exigência, não há outro remédio.”
Ele mencionou que a equipa está prestes a entrar num mês de abril repleto de desafios: “Vamos entrar num mês de abril preenchido de jogos, estratosférico em termos de quantidade de jogos, mas faz parte. Temos de arranjar soluções para dar a volta a isso.”
Assim, o treinador reafirma a determinação em lidar com a pressão e os desafios que se aproximam, tanto em termos físicos como emocionais.