O Sporting superou um período de turbulência e confirmou a sua presença na próxima edição da UEFA Champions League. Após empates inesperados contra Aves SAD e Tondela, que resultaram na ultrapassagem momentânea pelo Benfica, a equipa de Rúben Amorim, com Rui Borges de interino, demonstrou uma capacidade de recuperação notável, garantindo a vice-liderança do campeonato.
A reação leonina foi expressa através de uma série de vitórias convincentes, incluindo goleadas por 5-1 frente ao V. Guimarães, 4-1 contra o Rio Ave e 3-0 diante do Gil Vicente. Esta sequência de resultados positivos, combinada com os tropeços do rival Benfica, permitiu ao Sporting solidificar a sua posição e carimbar o passaporte para a fase de grupos da maior competição europeia de clubes.
Apesar de não ter alcançado o título, a performance ofensiva do Sporting ao longo da temporada foi impressionante. A equipa repetiu os 82 pontos da época anterior e superou o registo de golos marcados, atingindo os 89 tentos, um a mais que na temporada transata. Em termos defensivos, a consistência também foi notória, com apenas 24 golos sofridos, menos três do que no ano anterior. Em casa, o Sporting foi particularmente forte, marcando 51 golos no campeonato, um registo que o coloca no pódio europeu, atrás apenas de Bayern e Barcelona.