O meio-campo do Sporting está à beira de uma revolução para a próxima temporada, 2026/27. Com várias saídas previstas, incluindo a do capitão Hjulmand, o clube de Alvalade terá que se reinventar, especialmente na estrutura do seu miolo. Hjulmand tem um acordo com a direção para deixar o clube por um valor abaixo da sua cláusula de rescisão, avaliada em 80 milhões de euros, atraindo a atenção de tubarões europeus.
A situação de Morita também é preocupante. O jogador terminará o seu contrato com os leões e já suscita o interesse do Leeds United, o que pode forçar o Sporting a encontrar um substituto rapidamente. Além disso, o jovem Kochorashvili deverá ser emprestado, dado que não teve espaço para se afirmar na sua primeira temporada. A preparação da próxima época também será complicada para João Simões, que está a recuperar de uma fratura no quinto metatarso do pé direito e poderá perder a pré-época.
Com as incertezas em torno de Hjulmand e a saída iminente de Morita, as mudanças no meio-campo vão obrigar o Sporting a buscar novas opções no mercado. O diretor esportivo terá que trabalhar rapidamente para garantir que a equipa mantenha um nível competitivo. A direção do clube deve também considerar alternativas para reforçar a sua posição no plantel, à medida que as negociações se intensificam nesta fase crítica da temporada.