Borges analisa vitória do Sporting e destaca importância de capitães

  1. Sporting vence V. Guimarães por 5-1
  2. Rui Borges elogia capitão ausente
  3. Equipa tensa nos primeiros 10 minutos
  4. Borges elogia resiliência de Inácio

O treinador do Sporting, Rui Borges, analisou a performance da equipa após a expressiva vitória por 5-1 sobre o V. Guimarães, em jogo da 32.ª jornada da Liga. O técnico leonino refletiu sobre a fase menos positiva que a equipa atravessou e a importância de elementos chave no balneário.

Borges começou por destacar a importância da presença do capitão da equipa, mesmo que ausente fisicamente. “Foi muito importante, é o nosso capitão. Não está com a equipa, sente muito essa impossibilidade de estar com o grupo e foi a forma que arranjou para ajudar. Não só para o grupo, também para os nossos adeptos. Não eram os melhores do mundo, mas os últimos 15 dias não apagam os últimos oito meses. Foi muito importante porque é o nosso capitão”, afirmou o treinador. O treinador sublinhou também o lema do clube, que esteve visível na sua indumentária: “É o lema do Sporting. Mudei só a roupa, está mais a minha cara, mais a minha praia. Nada de extraordinário, gostei da sweat porque tem o lema do Sporting.”

Em relação ao desempenho dentro de campo, Rui Borges admitiu que a equipa sentiu alguma pressão inicial. “Nos primeiros dez minutos notou-se que a equipa estava um pouco tensa. Não digo nervosa, mas digo tensos para perceber o que o jogo ia dar nos primeiros dez minutos. Foi importante fazer o golo na bola parada, a partir do 2-0 notou-se que a equipa estava mais confortável. Houve jogadores que foram crescendo ao longo do tempo e depois notou-se no coletivo. Criámos várias oportunidades depois do 2-0, por mérito, e é natural que isso aconteça. Vínhamos de uma série de jogos não muito bem conseguida e isso acabou por mexer com a cabeça de todos nós. Fomos melhorando e depois fizemos um bom jogo”, explicou Borges.

O técnico leonino abordou ainda a situação dos jogadores lesionados, com destaque para a expectativa em torno de Ioannidis e o regresso de Gonçalo Inácio. “Espero vê-lo até ao fim da temporada. Espero que ele jogue, nem que seja na última jornada ou na final da Taça. Está um pouco como o Hjulmand.” Sobre Inácio, Borges elogiou a sua resiliência: “O Inácio é semelhante ao Bragança, quis estar com o grupo, mordeu o dente. Tem dores, não está a 100 por cento. Treinou ontem, sentiu-se confortável e quis estar com a equipa. Demonstra o líder que é. Fez um grande jogo e acabámos por tirá-lo na parte final. Enaltecer a capacidade e resiliência dele. Foi um grande capitão dentro de campo.” Concluindo sobre o crescimento de Inácio no clube, o treinador afirmou: “Significa o crescimento no clube dele, onde se sente confortável, e a regularidade que tem sido maior. Tem feito muito jogos com qualidade e tem crescido nesse aspeto. Fico feliz por vê-lo atingir essa marca e que atinja muitas mais.”

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