Rui Borges satisfeito com a eficácia do Sporting frente ao V. Guimarães

  1. Sporting venceu V. Guimarães por 5-1
  2. Jogo da 32ª jornada da Liga
  3. Rui Borges elogiou a eficácia da equipa
  4. Gonçalo Inácio teve papel fundamental

Rui Borges, o líder técnico do Sporting, expressou a sua satisfação com a performance da equipa na vitória por 5-1 sobre o V. Guimarães. O jogo, a contar para a 32.ª jornada da Liga, marcou um contraste significativo com a exibição anterior frente ao Tondela, que, segundo o treinador, não correspondeu às expectativas. A eficácia frente à baliza foi um dos pontos cruciais destacados por Borges como fator determinante para o desfecho positivo do encontro.

“O jogo do Tondela não foi aquilo que nós queríamos, nem a exigência que desejávamos. Nós todos tínhamos noção disso. Hoje foi um jogo realmente diferente. Também na fase inicial, nas duas oportunidades, fizemos logo dois golos. Acabámos por ser bastante eficazes, o que não fomos, se calhar, nos outros jogos. E acabou por nos dar alguma confiança para o decorrer do jogo. Acho que acaba por ser justa a vitória, numa boa exibição”, declarou Rui Borges. Esta análise sublinha a importância da entrada forte da equipa e a capacidade de materializar as oportunidades, algo que faltou em jogos anteriores. O técnico fez questão de atribuir o mérito da vitória a toda a equipa, rejeitando a ideia de que o sucesso se deve a um “dedo de treinador”. “Não, é dedo de todos, não é de treinadores. Eu preciso dos jogadores, eles é que fazem de mim treinador e dou sempre mérito a eles. Porque eles trabalham muito, sei o fantástico grupo que tenho. Sei que nem sempre as coisas correm como nós queremos. Mas jamais deixam de ser os mesmos, jamais deixam de querer ganhar e dignificar da melhor forma sempre o Sporting.”

A forma como a equipa conseguiu explorar as fragilidades do adversário também foi um ponto abordado por Rui Borges. “É uma equipa que gosta de ser pressionante, logo numa fase inicial, mas depois de ser batida a pressão é uma equipa que dá algum espaço nas costas. A equipa foi percebendo, foi ativando esse ataque à profundidade e fomos criando várias situações de golo.” O treinador elogiou ainda a prestação de Gonçalo Inácio, que apesar das expectativas, começou no onze titular e teve um papel fundamental. “Olho para o grande líder que ele é, para aquilo que é a importância dele dentro do campo, como é lógico. É um bocadinho à imagem do Daniel Bragança. Quis estar com a equipa, queria dar o seu contributo, treinou e sentiu-se minimamente disponível para o fazer. Fez um grande jogo.” Borges também refletiu sobre a temporada como um todo, reconhecendo os altos e baixos e a importância de aprender com eles. “Nós estivemos quase até ao fim a lutar. Dentro de tudo o que foi a época, perceber de que forma é que poderemos melhorar. De que forma é que conseguimos ser mais competitivos, conseguimos ser mais regulares. Foram oito, nove meses fantásticos e nesta fase aqui mais complicada fomos um pouquinho mais abaixo. Faz parte, é olhar para o futuro e levantar a cabeça.” Por fim, Rui Borges reforçou a filosofia do clube. “Sim, sem dúvida, é um lema do clube, e assim será. Por isso, acima de tudo, é manter-nos fiéis a nós mesmos e demonstrar o porquê deste grupo, da grande maioria deles, ter tantos troféus e estarem nesta história de Sporting.”

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