Rui Borges, após conduzir o Sporting ao campeonato, implementou uma mudança tática crucial, abandonando o 4x4x2 para adotar um esquema mais alinhado com o 3x4x3 de Rúben Amorim. Esta alteração foi decisiva para o sucesso da equipa, ressaltando a flexibilidade e a capacidade de adaptação do treinador.
A forma como o presidente Frederico Varandas prendeu
Rui Borges ao Sporting, assegurando a sua continuidade e o bom desempenho da equipa, tem sido comparada à estratégia de Pinto da Costa. Esta analogia realça a astúcia e a visão de liderança de Varandas, que, tal como o histórico presidente do Futebol Clube do Porto, parece ter a habilidade de fazer as acrobacias
necessárias para manter os seus ativos mais valiosos. A manobra de Varandas em relação a Rui Borges, descrita como uma manobra semelhante
à de Pinto da Costa, sugere uma gestão astuta e estratégica na condução dos destinos do clube. A adaptabilidade de Rui Borges no comando técnico, que “deixou cair o 4x4x2”
e “pediu à equipa para replicar algo mais próximo do que fazia com Rúben Amorim”
, demonstra uma liderança capaz de se reinventar e de ouvir as necessidades do grupo para alcançar os objetivos. O sucesso do Sporting no campeonato é, em grande parte, atribuído a essa flexibilidade tática.