Rui Borges, o treinador dos leões, abordou a delicada questão das lesões que têm afetado o plantel, admitindo que “de vez em quando, as toupeiras saem”
e que “há coisas que não controlamos”
. Esta situação, sublinha, tem condicionado a gestão da equipa. Em declarações, o orientador leonino referiu: “nós tínhamos o plantel equilibrado em todas as posições, acho que não é muito pelo mercado de janeiro”
.
O técnico fez questão de sublinhar a dedicação dos seus jogadores, que, mesmo em risco de lesão, priorizam a equipa. Para exemplificar este comportamento, destacou o caso de Daniel Bragança. “No Dragão, ele nem devia estar em jogo. Ele disse que queria estar com a equipa, que era um jogador importante, quis ajudar, entrou condicionado e entrou muito bem”
, revelou Rui Borges, acrescentando que “naquilo que era o sentimento dele para o jogo no Dragão, para mim, ganhou-me em cinco segundos”
. O treinador está ciente dos riscos, afirmando: “não o quero perder para o resto da época, se se lesiona não joga mais esta época, mas pôs a equipa acima de tudo o resto e isso ganhou-me. O melhor médico deles são eles próprios, eles é que conhecem o próprio corpo melhor do que ninguém. Eles próprios sabem de que forma podem ajudar a equipa.”
A vaga de lesões tem sido uma preocupação constante no Sporting. Vagiannidis, Diomande e o próprio Daniel Bragança são nomes que se podem juntar à lista de indisponíveis para o próximo jogo, frente ao Tondela. Rui Borges não esconde que esta “quantidade de lesões que atingiu o plantel dos leões nesta época não é normal e condicionou a gestão da equipa”
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