Sporting derrotado por 3-0 pelo Bodö/Glimt na Liga dos Campeões

  1. Sporting perdeu 3-0 com Bodö/Glimt
  2. Rui Borges não usa relvado como desculpa
  3. Golos de Fet, Blomberg e Högh
  4. Tarefa quase impossível na segunda mão

O Sporting sofreu uma pesada derrota por 3-0 frente ao Bodö/Glimt na primeira mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões. A equipa leonina enfrentou um cenário adverso na Noruega, com o relvado sintético a ser um tema de discussão pré-jogo, embora, na análise final, a estratégia se tenha revelado o principal problema.

Rui Borges, técnico do Sporting, havia antecipado as dificuldades, mas recusou justificar potenciais falhas com o terreno de jogo. “Podemos esperar uma equipa motivada, feliz por ter marcado história esta época na Champions, consciente das dificuldades que irá enfrentar. O Bodö tem sido uma grandíssima equipa mas, dentro da nossa ambição, queremos continuar a sonhar. Podemos gerir alguma coisa, há aspetos que temos que tentar gerir. No treino temos de perceber o impacto do sintético e ver o que podemos fazer. Felizmente os jogadores têm acesso a qualquer tipo de botas, têm que estar preparados para a exigência. Não servirá de desculpa mas é diferente do que jogar na relva. A bola salta mais. Há jogadores que prende mais, em termos de rotações. É totalmente diferente para quem está habituado mas não pode servir de desculpa”, afirmou Rui Borges. O treinador também destacou a força do adversário, referindo: “Jamais podemos menosprezar o Bodö. Vai começar agora o campeonato, ficou a um ponto do primeiro, a nível físico é um adversário muito forte. Está entre as duas ou três equipas da Champions que mais correm. Nesta edição penso que é a que tem mais golos em ataque rápido e tem uma percentagem de posse de bola muito grande. Está muito confortável com e sem bola, muito compacta e intensa. Vai exigir muito de nós. São duas equipas com uma ambição enorme, um pouco diferentes na ideia, determinadas em marcar história, cada uma com as suas armas diferentes mas a mesma vontade”.

A questão física também foi abordada por Rui Borges, que vinha de um empate em Braga onde a equipa sentiu o desgaste na segunda parte. “Espero que a malta esteja bem, em Braga sentiu-se. Não servirá de desculpa para a exigência. Se perguntar a todos vão dizer que estão bem. Além do impacto do sintético e do adversário, vamos ter que estar atentos, perceber quem está mais adaptado ou não… A chave é a nossa capacidade de estarmos preparados para a exigência física dos 90 minutos. É uma equipa intensa, vertical… Temos que estar preparados e equilibrados. Como gostamos de ter bola, temos de estar lúcidos e rigorosos nos equilíbrios porque eles são fortes nas transições”, concluiu Rui Borges. No entanto, a derrota por 3-0, com golos de Sondre Fet (32′, g.p.), Blomberg (45+1′) e Högh (71′), torna a tarefa do Sporting para a segunda mão quase impossível. O jogo confirmou as preocupações com a falta de adaptação ao sintético e a força do adversário, mas a crónica da partida aponta para uma falha na estratégia como o principal fator da derrota.

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