Bruno Sá critica gestão do Sporting após saída de Ruben Amorim e apresenta vice-presidente

  1. Bruno Sá criticou a gestão do Sporting.
  2. Ruben Amorim deixou o Sporting.
  3. Debate com Frederico Varandas a 12 de março.
  4. Diogo Pinto de Sousa é vice-presidente de finanças.

O candidato à presidência do Sporting, Bruno Sá, também conhecido como Bruno Sorreluz, fez declarações contundentes a respeito da gestão atual do clube, particularmente após a saída do treinador Ruben Amorim. Em antecipação às eleições que se aproximam, Sá expressou as suas preocupações sobre o futuro desportivo da equipa. “No futebol, o Sporting ainda vive, em grande medida, do projeto desportivo implementado por Ruben Amorim e por uma vasta equipa interna e externa ao Sporting. Foi um projeto forte, estruturado, que deixou marca ao nível do futebol profissional, do scouting, da formação e da organização interna. Um projeto desta dimensão não desaparece de um dia para o outro e os méritos devem ser reconhecidos”, defendeu o candidato, sublinhando a importância do legado de Amorim.

No entanto, o candidato ressaltou a sua visão sobre a ausência do técnico. “Mas a realidade é simples: esse treinador já saiu do clube e os primeiros sinais de fim de um ciclo já começam a notar-se. Sem uma política desportiva liderada pelo clube, o projeto tenderá a esvaziar-se, abrindo caminho a um regresso ao período pré-Amorim, marcado pela falta de visão, de rumo e de um verdadeiro projeto desportivo”, alertou Bruno Sá, que se prepara para enfrentar Frederico Varandas, o atual presidente sportinguista, num debate agendado para o próximo dia 12 de março, antes das eleições. Sá também aproveitou para apresentar um elemento chave da sua equipa. “Acreditamos que esta combinação de rigor, experiência e identidade sportinguista lhe confere a preparação necessária para assumir o pelouro financeiro, garantindo sustentabilidade, transparência e uma visão de longo prazo”.

Ainda na mesma linha, o candidato enfatizou a sua proposta para a direção do clube. “A nossa candidatura propõe um projeto desportivo sólido, com decisões orientadas pelo Clube, formação de talentos, excelência das equipas técnicas e desenvolvimento de infraestruturas, garantindo estabilidade e crescimento sustentado. O treinador será sempre escolhido de acordo com este projeto, nunca o contrário: o projeto define o treinador, e não o treinador o projeto”, frisou Bruno Sá. A sua posição é clara: o projeto desportivo deve ser a base para a escolha do treinador, e não o contrário. Em paralelo às críticas à gestão desportiva, Bruno Sá também anunciou Diogo Pinto de Sousa como seu vice-presidente para as áreas de Finanças e Relações Internacionais, um nome com experiência em gestão e liderança. “Com um percurso sólido em gestão e liderança executiva, com passagem por empresas de referência nacional e internacional, onde exerceu funções de direção e administração com responsabilidades financeiras em diferentes mercados, Diogo Pinto de Sousa integra atualmente a Microsoft, onde ocupa o cargo de Diretor com responsabilidade sobre o mercado da Europa do Norte”, de acordo com a página oficial da candidatura. “Sócio do Sporting Clube de Portugal há 48 anos e neto de António Pinto Sousa – vencedor de dois Prémios Stromp –, Diogo Pinto de Sousa alia competência profissional a uma ligação profunda ao clube”, conclui a nota.

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