Passou um ano desde que Pedro Proença assumiu a presidência da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), sucedendo a Fernando Gomes. A transição para o cargo, que ocorreu a 14 de Fevereiro de 2025, não foi isenta de polémica, tendo Proença sido eleito por larga maioria após uma carreira notável como árbitro e, posteriormente, como presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional.
Antes de ingressar na FPF, Proença teve uma carreira de 14 anos como árbitro de primeira categoria, tendo deixado a arbitragem aos 44 anos, um ano antes de atingir o limite de idade. Pouco tempo depois, candidatou-se à presidência da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, onde cumpriu dois mandatos completos. A meio do seu terceiro mandato na Liga, decidiu avançar para a liderança da FPF, um organismo que requer uma adaptação a novas dinâmicas e responsabilidades, dada a herança pesada
deixada pelo seu antecessor.
A avaliação do primeiro ano de liderança de Pedro Proença na FPF foca-se nos títulos conquistados, nas polémicas que possam ter surgido e na sua própria habituação ao cargo. A sua trajetória, que o levou de árbitro a dirigente máximo do futebol português, é marcada pela ambição e pela capacidade de transição entre diferentes papéis de liderança no desporto nacional, enfrentando os desafios inerentes à gestão de uma federação de grande dimensão e importância.