Quenda, o jovem internacional português e extremo do Sporting, prossegue o seu plano de recuperação em Inglaterra, nas instalações do Chelsea. O clube inglês tem acompanhado de perto todo o processo clínico do jogador, que deverá permanecer em Londres nas próximas semanas. A gestão da recuperação está a ser feita em articulação entre as equipas técnicas e médicas de ambos os clubes, sem que haja um prazo definido para o regresso a Portugal.
Apesar das cautelas transmitidas ao Sporting, a vontade de Quenda é de regressar à competição o mais rapidamente possível para ajudar a equipa e melhorar os seus números na presente época. No entanto, o extremo português tem plena consciência da importância de não comprometer a sua carreira, mantendo uma atitude responsável e alinhada com a estratégia definida pelo Chelsea.
Recuperação sem pressas
O Chelsea, contudo, não tem qualquer intenção de apressar as etapas da recuperação. A prioridade é garantir que Quenda regresse aos relvados apenas quando estiver a cem por cento, minimizando riscos que possam comprometer o seu futuro imediato ou a próxima temporada. Esta é uma preocupação fundamental, especialmente porque o jogador de 18 anos ambiciona afirmar-se no clube inglês futuramente.
Quenda está a recuperar de uma intervenção cirúrgica para reparar uma fratura no quinto metatarso do pé direito. Esta lesão o afastou dos relvados desde 5 de dezembro de 2025, data em que foi suplente utilizado pelo Sporting no dérbi contra o Benfica e acabou por sair devido a problemas físicos.
Próximos passos
A evolução da recuperação tem sido positiva, como o próprio jogador partilhou recentemente nas redes sociais. Numa das publicações, Quenda aparece a utilizar uma passadeira anti-gravidade, um equipamento que reduz o peso corporal e permite correr ou caminhar com menor impacto nas articulações e músculos. Esta ferramenta é cada vez mais comum em processos de reabilitação de alto rendimento.
De acordo com informações apuradas, o regresso de Quenda aos relvados está previsto para a primeira ou segunda semana de março. Até lá, o extremo continuará a trabalhar em Inglaterra, sob a vigilância rigorosa do departamento médico do Chelsea, num processo de recuperação que prima pela paciência, critério e que visa o seu futuro a longo prazo.