Rui Borges comenta regresso de Pedro Gonçalves e prepara-se para as meias-finais

  1. Rui Borges falou sobre Pedro Gonçalves
  2. Gonçalves pode ser crucial na reta final
  3. Meia-final da Taça de Portugal contra Rio Ave
  4. Estado do plantel está a melhorar

Rui Borges, treinador da formação leonina, foi questionado sobre o possível regresso de Pedro Gonçalves à competição, um tema que gera expectativa entre os adeptos. Borges respondeu diretamente: “Não é truque nenhum, eu até brinco com ele, disse-lhe no último jogo: ‘Dá para 10 minutos?’ E ele disse: ‘Se me meter a jogar...’. Mas fora de brincadeiras, se ele pudesse jogar, ia a jogo pela sua qualidade, é diferenciado, faz-nos falta e acredito que será muito importante nesta reta final de campeonato, se tudo correr bem, porque é uma mais-valia e não fugimos a isso.” Esse retorno seria uma grande ajuda na dupla tarefa de competir na Taça de Portugal e na liga.

Enquanto a equipa se prepara para o embate decisivo, o impacto do regresso de Gonçalves no plantel poderá ser a chave para um desempenho de sucesso nesta fase importante da temporada.

Expectativas para as Meias-Finais da Taça de Portugal

Entretanto, o treinador destacou a importância do jogo que se avizinha nas meias-finais da Taça de Portugal contra o Rio Ave: “O jogo 50 é sinal de que a época está grande (risos). Às vezes até para discursar aos jogadores é difícil, eles já devem estar fartos de mim (risos). Mas também é sinal de que estamos em grandes competições e num grande clube e isso deixa-me feliz, pelo nosso crescer enquanto equipa técnica.” Rui Borges sabe que o Rio Ave estará pressionado a fazer uma boa exibição: “É uma meia-final, o Rio Ave vai agarrar-se a tudo para estar na final e eu, quando estava em escalões inferiores, nós sonhamos em estar numa final da Taça de Portugal, que tem sempre um significado diferente.”

Estado do Plantel e Lesões

No que toca ao estado do plantel, Rui Borges acredita que o pior momento em termos de lesões já passou. “Sobre o guarda-redes, eles não sabem quem joga e também não vou dizer. Sobre o sistema, eu percebo a pergunta e não quero estar sempre a dizer o mesmo, mas adaptei-me um bocadinho ao momento específico que ultrapassámos no Sporting e nós, para conseguirmos insistir em algo que queremos muito, temos de ter tempo e jogadores disponíveis.”

Além disso, Rui Borges abordou a situação de Biel, que não tem sido uma das principais opções: “O Biel está no crescimento dele e depois tem jogadores que também estão numa forma boa, como Trincão, Quenda e Geny, que são diferenciados e estão numa forma boa. Tem de esperar pelas oportunidades dele e está muito feliz por fazer parte do grupo.”

Foco na Competição e Questões Administrativas

Por outro lado, a situação da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) também foi mencionada por Rui Borges: “Estou preocupado é em ganhar amanhã, nem vou responder a essas coisas. Se fossem coisas ditas pelo nosso presidente... Isso tem muito a ver com a estrutura, eu estou focado é em treinar e deixar a equipa bem, confiante, disponível e em ganhar jogos.” Bosco, claramente, prefere manter o foco na sua missão de treinador, deixando as questões administrativas para outros.

Com a concentração total na competição, o desafio contra o Rio Ave apresenta-se como uma oportunidade crucial para a equipa leonina se afirmar nesta fase da época. Rui Borges e o seu plantel estão determinados a dar o seu melhor para alcançar a final da Taça de Portugal.

Conclusão

O regresso de Pedro Gonçalves poderá ser um fator determinante para o sucesso do Sporting nesta reta final da temporada. Com a equipa a mostrar-se cada vez mais sólida, a expectativa entre os adeptos aumenta, e todos esperam que o talento de Gonçalves faça a diferença nos jogos que se avizinham.

Cathro quer mais do Estoril do que "fogo-de-artifício"

  1. Não quero viver num mundo em que quando ganhamos um jogo contra o Rio Ave e chegámos aos 34 pontos, há fogo-de-artifício.
  2. Na próxima vez que houver fogo-de-artifício é porque estamos a procurar os passaportes para poder ir fazer eliminatórias [competições europeias].
  3. Não podemos viver num mundo em que possamos ir a um jogo mais tranquilos por causa disto ou aquilo, porque não queremos isso, queremos muito mais e é preciso que toda a gente dentro do clube entenda e vá connosco.